Começamos este post com uma provocação: sua empresa está realmente preparada para lidar com desastres?

De fenômenos naturais a ataques de criminosos, passando por falhas humanas e erros de sistema, ter uma TI pronta para lidar com crises é essencial para o sucesso de uma empresa.

Mas como garantir uma recuperação de desastres eficiente quando sistemas e bancos de dados são cada vez mais importantes e visados no mercado? Para iniciar essa discussão, precisamos falar um pouco sobre as melhores práticas para o gerente de TI. Acompanhe!

Tenha um plano de recuperação de desastres

Principalmente de 2016 para cá, o foco dos criminosos virtuais vem evoluindo das tradicionais invasões e malwares para o uso de ramsonwares, que criptografam dados importantes e exigem um resgate para sua liberação.

Esse movimento analisado por especialistas exige que os profissionais de TI o acompanhem: equipes sem um plano de desastre e recuperação precisam mais do que nunca elaborar o seu, enquanto aquelas que já possuem devem atualizar seus parâmetros de ação preventiva e reativa.

Portanto, é hora de se mexer. Criar protocolos específicos para a ação dos profissionais é o primeiro passo e, em seguida, a busca por soluções que o auxiliem nesses momentos críticos.

Pense na melhor solução para a sua empresa

A estrutura escolhida para hospedar o seu sistema influencia diretamente nas decisões a serem tomadas em caso de desastres. Por isso, as melhores práticas para lidar com crises e garantir continuidade de negócios começam na escolha do tipo de armazenamento e computação:

Data center

Um data center próprio — tanto um tradicional interno quanto um hospedado em outra empresa — é geralmente recomendado para portes maiores de empresas e infraestruturas mais complexas, que demandam um controle mais customizado.

Como a segurança, nesse caso, é feita diretamente pela equipe de TI, é preciso que o gerente elabore protocolos mais práticos de ação e, principalmente, defina prioridades: recuperar a disponibilidade do sistema, restaurar arquivos e dados importantes, identificar quais informações foram comprometidas e assim por diante, até que toda a operação seja normalizada.

Nuvem

A escolha da nuvem para hospedar seu sistema pode ser a melhor opção quando a equipe de TI é pequena ou não quer comprometer tanto da sua produtividade com rotinas de segurança — preferindo usar seu tempo com planejamento e execução estratégicos.

Nesse caso, o provedor da nuvem garante a segurança com um time especializado. A recuperação de desastres por parte da sua empresa fica por conta de monitorar e aplicar as recomendações do CSP.

Sistemas híbridos

Uma boa saída para ganhar em capacidade, segurança e disponibilidade é tornar seu sistema híbrido, com uma parte dele mantido em servidores internos, e outra, na nuvem.

Esse é o método mais complexo para planejar a recuperação de desastres, por envolver ação dos dois lados, mas pode te ajudar a manter o controle de uma estrutura própria e ainda contar com os benefícios de backups e versões alocadas de serviços terceirizados.

Utilize a Recuperação de Desastres como Serviço (DRaaS)

Seja qual for a opção para lidar com crises na sua empresa, a melhor forma de garantir uma reação rápida e eficiente é o DRaaS, ou Recuperação de Desastres como Serviço.

Contratar uma empresa parceira para lidar com a segurança é uma forma de contratar as melhores práticas sem ter que elaborá-las, desde que seja um serviço confiável. À equipe de TI, fica a responsabilidade de monitorar o sistema e implementar a solução para uma prevenção adequada e uma reação rápida.

Preparar sua empresa para a recuperação de desastres vai se tornar cada vez mais necessário, na medida em que os crimes cibernéticos se sofisticam, e a importância do meio digital aumenta para a saúde do negócio.

Se você pensa em começar agora a aumentar a segurança do seu sistema, e este post te deixou preocupado, é hora de pôr o seu planejamento em prática.  Entre em contato com o nosso time de especialistas. Sabemos como te ajudar!

 

 

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