Simplificação e alta capacidade com arquitetura de armazenamento de TI da nova geração

Simplificação e alta capacidade com arquitetura de armazenamento de TI da nova geração

Lançamento de nova plataforma sinaliza novas funções em soluções de armazenamento.

Aplicações de acesso intensivo a dados rodando em servidores virtuais dentro do dispositivo de armazenamento; encapsulamento de funções e cargas em containers; gerenciamento automatizado com machine learning e inteligência artificial; e suporte à gestão de diversos tipos de dados em uma única plataforma.

Essas inovações tornam o Dell PowerStore um produto inaugural entre as plataformas de armazenamento da nova geração. O desenvolvimento envolveu mais de 1 mil engenheiros – inclusive da VMware, também pertencente ao grupo EMC – e foi o primeiro projeto concebido a partir da fusão das empresas, em 2016.

As inovações endereçam demandas tanto da operação de datacenters quanto das próprias aplicações. A plataforma pode também viabilizar aplicações de uso intensivo de dados, com custos e condições de gerenciamento (de altos volumes e diversidade de fontes e formatos) acessíveis.

Máquinas virtuais, levando as aplicações para perto dos dados

A capacidade de processamento, com mais de 100 núcleos de CPU, torna o novo equipamento sete vezes mais rápido do que a geração anterior de array de armazenamento. Mas pode se fazer muito mais do que isso com o poder computacional embutido.

Por meio do hipervisor VMware ESXi, podem ser configuradas máquinas virtuais de dentro da plataforma de armazenamento. Com essa funcionalidade, conhecida como AppsON, aplicações como business analytics, correlação de eventos e outros processos de acesso intensivo às bases de dados passam a ter suas funções mais pesadas rodando à velocidade do barramento.

Evidentemente, essa solução não compete com as plataformas hiperconvergentes de computação  em aplicações caracterizadas mais por processamento intensivo do que por tratamento de dados. Nesses casos, a vantagem está mais na capacidade de convergir múltiplos tipos de dados e simplificar a entrega dos serviços de armazenamento necessários para cada projeto.

Versatilidade com arquitetura baseada em containers

Na arquitetura que sustenta as grandes aplicações em nuvem, uma nova aplicação ou serviço deve ser capaz de alocar, configurar e escalar as várias instâncias físicas e virtuais necessárias à sua execução. Uma das vantagens de incorporar essa abordagem à plataforma de armazenamento é a  modularidade. O NAS (armazenamento em rede) pode ser implementado em um container, a função SAN (rede de armazenamento) em outro e isso vale para todos os serviços suplementares.

Portanto, é possível atualizar cada um desses módulos individuais sem precisar parar e reiniciar tudo, baixando pacotes de atualização muito menores do que os usados para atualizar uma máquina inteira.

Consolidação e automação para simplificar a gestão do big data

Os CIOs costumam destacar entre os obstáculos de suas iniciativas de transformação digital, o cabo de guerra constante entre o suporte ao número cada vez maior de cargas de trabalho – dos aplicativos tradicionais de TI a novas aplicações de inteligência e análise – e um contexto de restrições de recursos, limitações e complexidade de sua infraestrutura de TI.

Neste cenário onde os dados se tornaram mais diversificados do que nunca, as organizações demandam um infraestrutura única capaz de lidar com todos os seus dados, para interromper a complexidade de operar arquiteturas diferentes, criando silos de TI com recursos gerenciados e consumidos independentemente.

Ao mesmo tempo, a TI está sob crescente pressão para oferecer agilidade ao negócios. O armazenamento corporativo deve fornecer a mesma flexibilidade operacional que se tem nos serviços em nuvem, tornando-se cada vez mais adaptável, automatizado e mais fácil de integrar com frameworks de gerenciamento.

O ambiente de gerenciamento do PowerStore aplica mecanismos de ML e IA para simplificar rotinas de balanceamento de carga, monitoração e outras tarefas que costumam tomar o tempo das enxutas equipes de TI, liberando-as para atender demandas das áreas de negócios.

Disponibilidade para organizações que precisam explorar os seus dados

Os dados são o principal recurso na nova economia. E os dados bem utilizados se transformam no maior ativo das empresas.

Neste momento, é essencial para muitas companhias ter uma visibilidade mais focada sobre os clientes, entender as variáveis de mercado, além de ter uma visão mais ágil da realidade, com  compreensão das bruscas mudanças sem desconsiderar históricos que tragam indicadores relevantes para a empresa.

Há uma demanda muito clara e imediata de soluções para aplicações de uso de dados intensivo em segmentos como Saúde, obviamente, além de companhias de setores como Finanças e Telecomunicações, em que o big data é a base do próprio desenho dos produtos.

A nova arquitetura de armazenamento facilita essa prioridade, ao mesmo tempo em que simplifica os serviços ao restante do data center e às aplicações existentes.

O novo produto da Dell Technologies já está em fabricação no Brasil, o que acelera a disponibilidade e a entrega e, principalmente, dá tranquilidade em relação a eventual necessidade de peças de reposição.

Os clientes da Portnet já contam com profissionais certificados para implementar e integrar a nova solução. Mais do que isso, os especialistas estão prontos a colaborar na estratégia de transformação das empresas para competir na “era dos dados”. Fale conosco!

10 tendências em Infraestrutura e Operações para 2019, segundo o Gartner

10 tendências em Infraestrutura e Operações para 2019, segundo o Gartner

infraestrutura

O foco dos líderes de I&O está evoluindo muito além dos elementos de tecnologia, como datacenters, colocation e cloud, para abranger mais sobre como as I&O de uma organização podem suportar e possibilitar a estratégia de negócios.

“Há uma evolução dramática da I&O acontecendo agora “, disse Ross Winser , analista sênior do Gartner, durante a Gartner IT Infrastructure, Operations e Cloud Strategies Conference, em Las Vegas . “Não se trata mais de hardware ou software – trata-se de fornecer serviços que atendam às necessidades de negócios. O futuro da infraestrutura está em toda parte e em qualquer lugar, e será orientado pelos negócios por natureza ”.

Mais do que nunca, o departamento de infraestrutura e operações precisa se envolver com o dia a dia das áreas estratégicas das empresas. O foco dos líderes desse setor não é mais entregar apenas engenharia e processos para as operações, mas entregar produtos e serviços que suportem e permitam a estratégia de negócios das organizações, diz Ross Winser, Diretor de Pesquisa Sênior do Gartner, ao comentar as principais tendências que os líderes de infraestrutura e operações (I&O) devem começar a observar em 2019.

“A questão é como podemos usar os recursos como inteligência artificial (IA), automação de rede ou computação de ponta para suportar infraestruturas em rápido crescimento e que precisam atender às necessidades das companhias”, comenta o executivo.

Nesse contexto, o Gartner encoraja os líderes de infraestrutura e operações a se prepararem para as 10 tecnologias e tendências que apoiarão a infraestrutura digital em 2019. São elas:

1. Computação sem servidor

Serverless é um padrão emergente de arquitetura de software que promete eliminar a necessidade local de provisionamento e gerenciamento de infraestrutura. Os líderes de infraestrutura e operações precisam começar a adotar uma abordagem centrada em aplicações para computação sem servidores e com gerenciamento de APIs e SLAs, em vez de seguirem com infraestruturas físicas criadas em suas empresas. “A verdade é que os servidores continuarão a existir, mas os provedores de serviços é que serão os responsáveis por toda a análise e dimensionamento dos recursos envolvidos no ambiente, o que resultará em mais agilidade às organizações”, explica.

Esse tipo de tecnologia não substituirá a aplicação de contêineres ou máquinas virtuais, sendo fundamental saber como usar melhor o conceito sem servidor antes de aplicá-lo. “O desenvolvimento de recursos de suporte e gerenciamento desse tipo deve ser um foco dentro das equipes de infraestrutura e operações, pois mais de 20% das organizações globais implementarão tecnologias de computação sem servidor até 2020. Hoje, menos de 5% das companhias usam esse formato”, afirma Winser.

2. Inteligência Artificial

A IA está crescendo em importância para os líderes de infraestrutura e operações que precisam gerenciar infraestruturas em plena expansão e que, ao mesmo tempo, não podem aumentar sua equipe. Os recursos de inteligência artificial têm o potencial de transformar as organizações e estão no centro dos negócios digitais, cujos impactos já são sentidos pelas companhias. De acordo com a Gartner, os negócios derivados de Inteligência Artificial ​​chegarão a US$ 3,9 trilhões até 2022.

3. Agilidade de rede

A infraestrutura e a capacidade de rede são a base de tudo o que a área de TI faz – soluções em Nuvem, Internet das Coisas (IoT) e serviços de ponta, por exemplo, sendo que continuarão avançando em 2019. “As equipes estão sob constante pressão para garantir a alta disponibilidade de rede. Ainda que a cultura das equipes muitas vezes limite as mudanças, o fato é que a demanda por agilidade na performance dessas operações também aumentou”, diz Winser.

O foco dos líderes de I&O para 2019 e nos próximos anos deve ser o de encontrar formas para ajudar suas equipes a aumentarem o ritmo de trabalho, buscando opções para atender à necessidade por mais agilidade. “Parte dessa resposta é a criação de um ambiente com automação e análise, capaz de lidar com a mudança real das empresas”, explica.

O Gartner avalia que as demandas por melhorias de performance de rede deverão crescer com o advento do 5G, da maturidade das soluções em Nuvem e com a explosão no número de dispositivos de IoT. “Essas são apenas algumas das pressões que os líderes devem antecipar. Então, o período crítico para lidar com este desafio é agora”, diz o analista do Gartner.

4. Fim dos data denters tradicionais

O Gartner prevê que, em 2025, 80% das organizações migrarão seus dados de Data Centers locais para ambientes no formato de colocation, hospedagem ou nuvem, levando-as ao gradual encerramento de seus Data Centers tradicionais.

“Os líderes de I&O devem se preparar para esse movimento, ajustando as cargas de trabalho com base nas necessidades dos negócios e não se limitando a decisões baseadas em localização física. Desde a hospedagem até a Nuvem Pública, existem muitas alternativas para os Data Centers locais. Os líderes devem identificar se existem razões verdadeiramente estratégicas para persistir com necessidades locais, especialmente quando consideram que a quantidade significativa de investimento envolvida é muitas vezes amortizada ao longo de muitos anos”, afirma o analista. As preparações devem começar agora, pois o prazo crítico para isso será de 2021 a 2025.

5. Edge Computing

O avanço de dispositivos de Internet das Coisas e de tecnologias imersivas levarão o processamento de informações ao limite, redefinindo e reformulando o que os líderes de I&O precisarão implantar e gerenciar. A borda, nesse caso, é o local físico onde as coisas e as pessoas se conectarão com o mundo digital em rede – espaço que fará a infraestrutura a chegar cada vez mais ao seu limite. A

Edge Computing faz parte de uma topologia de computação distribuída em que o processamento de informações está localizado próximo à borda, que é onde as coisas e as pessoas produzem ou consomem essas informações. Edge Computing aborda as leis da física, economia e terra, que são fatores que contribuem para como e quando usar borda. “Essa é outra tendência que não substitui a Nuvem, mas a potencializa”, diz Winser. “O prazo crítico para as organizações adotarem essa tendência é entre 2020 e 2023”.

6. Diversidade Digital

A gestão da diversidade digital não é sobre pessoas, mas sim sobre a descoberta e manutenção de ativos que estão “lá fora” em qualquer empresa digital moderna.

“Houve um enorme crescimento na variedade e na quantidade de ‘coisas’ que a área de I&O deve conhecer, apoiar e administrar”, afirma o diretor.

Preparar a área de I&O para esse cenário é vital antes do período crítico, que deverá ser de 2020 a 2025.

7. Novos papéis de I&O

Líderes de infraestrutura e operações consideram que a justificativa principal de seus times se baseia na resolução de complexas relações de custos, atividades e expectativas de qualidade de seus clientes internos.

Porém, o fato é que explicar para os gestores de TI e de negócios qual são os papeis da equipe de I&O para o sucesso dos negócios e dos objetivos estratégicos das organizações é uma grande necessidade das empresas atuais.

“Um grande desafio com serviços baseados em cloud computing é manter os custos sob controle, e a empresa espera que a área de I&O faça exatamente isso. Em vez de se concentrar apenas em engenharia e operações, o planejamento de infraestrutura deveria desenvolver os recursos necessários para intermediar serviços”, diz Winser.

O prazo crítico para esta tendência começa imediatamente, agora em 2019.

8. Software como Serviço (SaaS)

Em 2019, SaaS terá um grande impacto em como as organizações observam as estratégias de entrega de infraestrutura que estão em andamento.

No entanto, a verdade é que a maioria dos líderes de I&O ainda está focada nas ofertas de infraestrutura e plataforma como soluções de serviços.

“O modelo SaaS em si está se tornando complexo em um nível que as áreas de TI ainda não estão preparadas como deveriam. A mudança para SaaS deve ser acompanhada pela equipe de I&O, desde a manutenção da visibilidade do que está em uso até o suporte aos requisitos de conformidade e às necessidades de integração da empresa”, afirma Winser.

A pressão aumentará em 2021 e nos anos seguintes.

9. Gestão de talentos

À medida que as infraestruturas se tornam mais digitais é necessário que as pessoas trabalhem horizontalmente entre essas aplicações para identificar e remediar qualquer tipo de interrupção tecnológica que possam acontecer em seus negócios. A expansão de conjuntos de habilidades de I&O para acomodar operações híbridas é de extrema importância para os próximos anos.

10. Infraestrutura global

Apesar de poucas infraestruturas serem realmente “globais” por natureza, as organizações ainda precisam se preparar para a noção de “infraestrutura em todos os lugares”.

Ao fazer isso, os líderes de I&O devem trabalhar dentro de orçamentos restritos e diante de pressões para redução de custo. Uma maneira de enfrentar esse desafio é escolher sabiamente a rede de parceiros necessária para o sucesso global.

Os líderes de infraestrutura e operações devem olhar com atenção para seus fornecedores e elevar o nível de parceria”, diz Winser. O Gartner recomenda que os líderes analisem se os parceiros podem identificar claramente o valor que precisam geram no contexto da infraestrutura global e se eles estão preparados para potencializar os investimentos feitos por suas companhias. “Não haverá tempo para fornecedores do ‘tipo B’ em 2019 e nos próximos anos. Os líderes de I&O ficar de olho nessa tendência entre 2020 e 2023”.

 

Sobre a Portnet Tecnologia

Atuamos desde 2004 como parceira estratégica de TI em organizações de diversos portes e segmentos. Em 14 anos de sucesso, são mais de 900 projetos realizados em todo o território nacional.

Somos parceira Microsoft, Dell EMC, SonicWall, Sophos, Veeam e VMware. Confira os resultados que os nossos clientes alcançaram!

Fonte: cio.com.br . Foto: Shutterstock

 

 

Dell EMC apresenta novas soluções de storage para PMEs

Dell EMC apresenta novas soluções de storage para PMEs

PowerVault ME4

A Dell EMC anunciou nesta sexta-feira (19/10) a série Dell EMC PowerVault ME4, nova geração de unidades de armazenamento de dados projetada para empresas de pequeno e médio porte. A série PowerVault ME4, segundo a empresa, visa acelerar a modernização da TI nas empresas e aumenta o desempenho das aplicações, reunindo recursos corporativos em um produto rápido e com relação custo-benefício otimizada para o segmento de PMEs.

A empresa explica que a solução foi projetada para atender às necessidades de pequenas e médias empresas, oferecendo tecnologias com recursos avançados, porém de fácil instalação e uso. A solução de storage atende também as limitações de orçamento e de força de trabalho nas equipes de TI das empresas desse segmento.

Christiano Lucena, Vice-Presidente de Soluções de Data Center para a América Latina da Dell EMC, lembra que, no início deste ano, a companhia assumiu o compromisso de simplificar e otimizar o portfólio de armazenamento para facilitar a adoção de sistemas da Dell EMC. “A nova série PowerVault ME4 é uma parte essencial dessa estratégia, projetada para clientes que buscam tecnologias de armazenamento que sejam acessíveis, completas e otimizadas para cargas de trabalho virtualizadas SAN e DAS”, destacou.

A Dell EMC construiu a série PowerVault ME4 com 75% mais drives, o que representa um aumento de 122% na capacidade bruta de armazenamento, além de ampliar em quatro vezes o desempenho em IOPS (entrada e saída de dados, na sigla em inglês) na leitura.

O PowerVault ME 4 é uma solução de storage para pequenas e médias empresas que inclui:

  • Configurações flexíveis nas controladoras: três modelos oferecem de 12 a 84 drives que podem ser configuradas de 0 a 100% em flash, e suportam qualquer combinação de SSDs e HDDs. Isto possibilita a capacidade para entregar o desempenho ideal e tempos de resposta baixos do flash com a economia do disco.
  • Capacidade e desempenho avançados: a série PowerVault ME4 pode expandir até 4 PB e chegar a até 320.000 IOPs.
  • Software completo: a solução inclui componentes essenciais para gerenciar e proteger dados para impulsionar os negócios, incluindo proteção de dados integrada, “thin provisioning”, replicação remota, snapshots, “tiering” de 3 níveis, clonagem de volume, integração com o VMware vCenter e SRM e criptografia.
  • Um único fornecedor: a integração com os servidores Dell EMC PowerEdge de 13ª e 14ª Geração simplifica os desafios de expansão da capacidade do servidor, fornecendo acesso confiável aos aplicativos corporativos em ambientes SAN ou DAS.

 

Fonte: computerworld.com.br

 

8 formas de levar a sua equipe de TI a pensar de forma estratégica

8 formas de levar a sua equipe de TI a pensar de forma estratégica

As equipes de Infraestrutura e Operações de TI necessitam pensar de maneira mais estratégica, alerta o Gartner. É vital que não estejam apenas prontos para ajudar a implementar uma nova direção corporativa, antes que a concorrência o faça, mas também criem datacenters ágeis e uma infraestrutura que seja robusta o suficiente para lidar com a enorme variedade de demandas futuras.

As equipes de I&O devem estudar e entender as tendências que estão mudando as suas indústrias e as suas empresas, e analisar como isso afetará o planejamento de TI nos próximos anos. Ao banir o pensamento repetitivo e enfatizar as inter-relações, eles podem explorar novas maneiras de implementar e gerenciar componentes de TI como parte de um contexto mais amplo.

O Gartner indica oito princípios que ajudarão os times de Infraestrutura e Operações de TI (I&O) a se tornarem mais conscientes do amplo cenário ao tomar suas decisões em projetos de TI.

As dicas também devem ajudar as empresas a serem mais estratégicas ao discutir diferentes opções de como configurar e gerir seus datacenters e as operações de TI com a equipe de Tecnologia da Informação e de Negócios. Confira:

  • Pense de maneira muito crítica e certifique-se de ter uma compreensão total do problema antes de tomar a decisão, e permaneça perguntando o porquê dessa situação até achar a resposta correta. Assegure que as decisões tomadas sejam comunicadas facilmente.
  • Quantifique, mesmo o que não pode ser quantificado e analise o custo total de propriedade e o fluxo de caixa descontado para ir além de apenas avaliar os aspectos técnicos de qualquer investimento ou decisão. Para questões que não sejam quantificadas, aplique uma análise de classificação ponderada de múltiplos níveis.
  • Prefira trabalhar de cima para baixo ao invés de baixo para cima para criar uma hipótese sobre adequação de qualquer decisão, depois teste e modifique-o sistematicamente, conforme mais análises sejam realizadas e mais fatos sejam revelados.
  • Trabalhe “de fora para dentro”: a tecnologia deve vir por último e não como primeiro para analisar como as megatendências, a estratégia corporativa e a direção da empresa, assim como a maneira como os papéis estão mudando para implementar a estratégia que estão definindo as decisões tecnológicas. Como resultado, a tecnologia deve ser examinada por último ao invés de primeiro lugar.

“Analisar megatendências é um exemplo de como começar uma abordagem ‘de fora para dentro’ e, a partir disso, desenvolver uma estratégia de Infraestrutura e Operações de TI que examine a tecnologia por último, e não como primeiro item”, explica Andrew Butler, Vice-Presidente e Analista Emérito do Gartner.

  • Integre e sistematize soluções as inter-relações de ênfase, pensando no “sistema” em primeiro, enfatizando a funcionalidade, integração e inter-relações de componentes em um Data Center. Isso tornará com que seja muito mais provável a produção de uma solução ágil, ao invés de uma com componentes de alta qualidade.
  • Tenha uma visão longínqua, rapidamente, e desenvolva rapidamente um plano estratégico de alto nível e um mapa de roteiro (idealmente em um dia). Isso fornecerá uma estrutura estratégica para testar e redefinir.
  • Faça contato: colabore e comunique em uma base contínua, oferecendo boas-vindas a todos. Quanto mais pontos de vista pode atrair, mais é possível comparar orientações para chegar à solução correta. Articule sua posição claramente, de maneira sucinta e com maior impacto visual

 

Fonte: Gartner, cio.com.br

 

Descubra como avaliar a infraestrutura de TI da sua empresa

Descubra como avaliar a infraestrutura de TI da sua empresa

Você sabe dizer com confiança qual é o estado da sua infraestrutura de TI hoje? Quanto mais o setor vem ganhando importância dentro das empresas, mais fundamental se torna um diagnóstico completo e confiável.

Mas como fazer uma avaliação que te ajude a identificar obstáculos e oportunidades para o futuro do seu negócio? Vamos responder a essa pergunta listando os tópicos principais para você ficar de olho:

 

Entenda a importância da TI

O primeiro passo para avaliar a sua infraestrutura tecnológica é entender o quão importante esse estudo se tornou no mercado atual. A TI hoje ocupa um papel central nas ambições estratégicas de qualquer empresa, pois passou de um departamento administrativo para ser o meio pelo qual CEOs e empresários encontram soluções e implementam inovações para ganhar vantagens competitivas.

Essa transformação digital no mundo corporativo pode significar um novo rumo de crescimento ou a obsolescência completa, tudo depende da sua capacidade de avaliar corretamente a infraestrutura de TI para que ela indique como apontar o navio para a rota certa.

 

Crie e faça uso de indicadores de performance

Do mesmo jeito que indicadores de performance são utilizados para entender a saúde geral de uma empresa, eles também podem existir na avaliação de desempenho da sua estrutura de TI.

Estabeleça a coleta de dados que indiquem questões como produtividade, tempo de resolução de problemas, quantos chamados são abertos, disponibilidade e, principalmente, a satisfação dos usuários.

Monitorar esses indicadores é a melhor forma de não só fazer uma avaliação pontual e completa da infraestrutura, como facilitar a sua visão geral do sistema no futuro, com constância e agilidade para fazer ajustes quando necessário.

 

Avalie também os riscos

Avaliar uma infraestrutura de TI significa também descobrir quais riscos ela corre: podem ser ameaças externas, ataques e invasões, mas principalmente quais são as chances do sistema falhar e por quanto tempo ele ficaria indisponível até que pudesse ser recuperado.

 

Identifique a origem dos gastos com a infraestrutura de TI

Outro lado dessa avaliação de performance e patrimônio é saber quanto custa manter toda a infraestrutura funcionando e discriminar esses gastos para entender melhor como esse investimento é aplicado.

Quantas operações são feitas in-house? Quanta flexibilidade você tem para realocar capital tecnológico? Quais são as oportunidades de investir em tecnologia que estão sendo desperdiçadas porque minha infraestrutura está engessada em um modelo muito tradicional?

Entender questões como essas pode levar o CEO a insights que evitem até que a sua empresa seja atropelada pela concorrência, ao se adiantar a esses problemas com investimentos assertivos e novas estratégias de negócio.

 

Procure ajuda especializada

Por último, que tal um pouco de ajuda? Por mais capacitada que seja sua equipe de TI, dificilmente uma empresa por si só tem tempo e mão de obra suficiente para fazer uma avaliação completa e focada, que una todos os tópicos acima em um relatório definitivo.

É por isso que muitos diretores e empresários buscam ajuda especializada através de parcerias e consultorias, com profissionais que têm expertise nesse tipo de diagnóstico. Além de economizar tempo e dinheiro, você tem no final um resultado muito mais confiável e com todas as ferramentas necessárias para fazer sua empresa crescer.

A infraestrutura de TI hoje tem esse poder de possibilitar novas soluções e estratégias que te coloquem um passo à frente da concorrência!

É isso que você está procurando agora? Então entre em contato com a Portnet e vamos juntos fazer uma avaliação completa do seu ambiente de TI!