TI deve crescer 10% em 2019 no Brasil. Saiba onde estarão os investimentos

TI deve crescer 10% em 2019 no Brasil. Saiba onde estarão os investimentos

investimentos TI

O mercado de TI no Brasil deve crescer 10,5% neste ano, na comparação com 2018, segundo previsão da IDC, que prevê um forte impacto positivo sobretudo do segmento de dispositivos. Quando somado ao setor de Telecom, que deve ter retração de 0,3%, o mercado de TIC (Tecnologias da informação e comunicação) brasileiro terá avanço de 4,9%.

“O mercado de TI está otimista. Tanto fabricantes quanto consumidores estão sinalizando uma melhora e estamos projetando esses números com base nisso”, apontou Pietro Delai, gerente de pesquisas da IDC, nesta terça-feira (2/5) durante apresentação dos resultados.

Delai ressalta que os números de 2018 ainda não foram fechados, mas a previsão de crescimento no ano passado era de 2,2% – o que evidencia o cenário positivo do mercado para 2019. “O Brasil está levemente acima da média da América Latina. Em relação ao mundo, o avanço é bem parecido”, afirmou.

A tendência, segundo o estudo da consultoria, é de que as empresas brasileiras avancem para alcançar uma TI flexível, não apenas do ponto de vista de operação, mas também nos custos. “Serviços de TI estão cada vez mais presentes por conta da agilidade e falta de recursos dentro de casa”, adicionou Delai.

Alguns dos principais investimentos estarão em itens como cloud pública, internet das coisas (IoT) e inteligência artificial. Confira as principais tendências:

Segurança da informação

Luciano Ramos, coordenador de pesquisas de software na IDC, lembrou que, desde 2017, com o ataque em massa WannaCry, o tema segurança da informação virou pauta presente nas organizações. “Sabemos que o WannaCry chegou ao Brasil. Isso mostra que não está só no vizinho e pode acontecer a qualquer momento”, pontuou. “O WannaCry não derrubou a TI, ele derrubou empresas. Isso trouxe grande impacto.”

Com o assunto ganhando relevância, soluções de próxima geração (NextGen) ganharão ainda mais importância, recorrendo a recursos como inteligência artificial e machine learning para combater ataques complexos.

Em 2019, essas soluções de próxima geração atingirão US$ 671 milhões no Brasil, crescimento 2,5 vezes mais rápido do que produtos considerados tradicionais. Ainda, os gastos com Managed Security Services (Serviços Gerenciados de Segurança) ultrapassarão os US$ 548 milhões, acirrando a competição entre provedores “puros” e operadoras de telecomunicações, que estão enxergando oportunidades neste mercado.

Inteligência artificial

A projeção da IDC global para inteligência artificial é de um crescimento anual (CAGR) de 46,2%, chegando a US$ 52 bilhões em 2021. Ainda segundo a consultoria, em 2022, 22% das corporações usarão tecnologias de fala para interação com clientes.

No Brasil, 15,3% das médias e grandes empresas têm AI entre as principais iniciativas e esperam que isto dobre nos próximos quatro anos.

Os principais casos de uso destacados pelos especialistas são agentes automáticos de atendimento, análise e investigação de fraudes, automação de TI, bem como diagnóstico e tratamentos de doenças.

Big data e Analytics

O momento do mercado de big data e Analytics ainda é de crescimento, podendo chegar a US$ 4,2 bilhões em 2019. Mas Ramos pondera que o avanço não tem sido no ritmo que a consultoria vinha estimando nos últimos anos. “Acreditávamos que as empresas teriam potencial para mais”, disse.

Ele comenta que existe uma clara dificuldade de entendimento das tecnologias de gestão de dados. Inclusive, um estudo com 122 empresas de médio e grande portes mostrou que 3/4 dos entrevistados não conheciam in-memory computing ou não têm interesse no tema. “In-memory computing é fator importante para Analytics avançado”, ressaltou.

Ainda, apenas 13,8% das empresas têm como prioridade de negócios expandir sua capacidade de triar proveito de dados para criar ou potencializar novas fontes de receitas. “Nossa expectativa para esse ano, diferentemente de anos anteriores, não é de crescimento de dois dígitos. Mas ainda assim é acima da média do mercado de software e serviços”, explicou Ramos.

Cloud pública

Delai explica que cloud pública é um mercado que demorou para engrenar no Brasil. Prova disso é que somos o sexto maior mercado de TIC no mundo, mas apenas o 14º em uso de cloud pública. “Isso mostra claramente como começamos mais tarde. Mas isso faz com que tenhamos um ritmo insano”, disse.

Esse ritmo insano, como define o especialista, levará o mercado de cloud pública a um crescimento acelerado de 35,5% no Brasil, chegando a US$ 2,3 bilhões. Ainda, a previsão é chegar a US$ 5,8 bilhões até 2022.

“O mercado já enxerga multicloud como caminho, embora os entendimentos de todos os ‘sabores’ de cloud ainda não esteja na ponta da língua dos gestores”, comentou Delai.

Internet das coisas

Mesmo sem direcionamentos em relação ao Plano Nacional de IoT, que ainda não foi aprovado pela Presidência da República, o mercado de internet das coisas (IoT) seguirá avançando de forma exponencial no país.

Delai comenta que, de fato, empresas brasileiras estão fazendo mais do que falando de IoT. “É algo que já está acontecendo e evoluindo. São diversos projetos já realizados”, comentou.

Globalmente, IoT deve reunir US$ 745 bilhões em investimentos em 2019 e, até 2022, chegará a marca de US$ 1 trilhão, alavancando principalmente os setores de Manufatura e Consumo.

No Brasil, 44,7% dos gestores reconhecem ao menos um projeto de IoT implementado, o que mostra que IoT é aqui e agora.

Arquiteturas modernas e DevOps

O estudo aponta que os benefícios da nuvem para o desenvolvimento de soluções de software já são evidentes para as empresas. Contudo, ainda predominam os projetos em arquiteturas tradicionais – mesmo que boa parte desses já rodam em IaaS (Infraestrutura como serviço).

A expectativa é de aceleração de arquiteturas Cloud-Related com maior uso de containers e serverless computing, puxados principalmente pelos provedores de soluções sob medida.

Atualmente, apenas um em cada três soluções (seja um novo desenvolvimento ou uma sustentação) já é pronta para nuvem. É esperado que este patamar avance 40% até o fim deste ano.

O mercado de PaaS (Plataforma como serviço) deve atingir US$ 425 milhões em 2019 no Brasil, crescimento de 35,7% em relação ao último ano.

Dispositivos

O mercado de dispositivos será o grande destaque dos investimentos de TI para este. Segundo a IDC, ele representará 38% de todo investimento em 2019, ou seja, cerca de US$ 24,5 bilhões.

O crescimento não será em unidades, mas sim em valor – sendo alta de 18% nos preços de smartphones e 7% em PCs e tablets. As vendas B2B representam 10% deste mercado.

SD-WAN

Para André Loureiro, gerente de pesquisas da IDC, 2019 será o ano da consolidação da SD-WAN no mercado brasileiro – que ainda apresenta baixa maturidade em termos de adoção.

Neste ano, mais de 40% das grandes organizações utilizarão esta tecnologia em algum de seus sites.

Fonte: computerworld.com.br .  Autor: Guilherme Borini .  Foto: Shutterstock

Sobre a Portnet Tecnologia

Atuamos desde 2004 como parceira estratégica de TI em organizações de diversos portes e segmentos. Em 14 anos de sucesso, são mais de 900 projetos realizados em todo o território nacional.

Somos parceira Microsoft, Dell EMC, SonicWall, Sophos, Veeam e VMware. Confira os resultados que os nossos clientes alcançaram!

 

 

Fique de olho: 10 previsões da IDC para o mercado de TI até 2024

Fique de olho: 10 previsões da IDC para o mercado de TI até 2024

Turbulências econômicos e políticas frearam a adoção de tecnologia na América Latina, sobretudo nos três principais países – Brasil, México e Colômbia -, que, juntos, representam 61% da população e 66% do PIB latino americano. Todos eles tiveram eleições presidenciais simultaneamente, o que repercutiu no mercado de TIC e levou a uma estimativa de crescimento de 3,9% nos investimentos em tecnologia, em comparação a 2017, segundo estimativas da IDC.

Para 2019, com o impulso da transformação digital global, a previsão da IDC é que haverá uma aceleração no ritmo da inovação e dos gastos com ativos digitais.

Segundo a IDC Latin America, 54% das empresas recentemente pesquisadas disseram que aumentarão os gastos com TI, e apenas 17% planejam gastar menos do que em 2018. Os analistas da IDC preveem que, durante 2019, o setor de TI crescerá a uma taxa de 8,2% em dólares constantes e os gastos com os pilares da Terceira Plataforma (mobilidade, nuvem, big data e mídias sociais) captarão aproximadamente metade do orçamento e crescerão em média 5%.

Confira as 10 previsões da IDC para 2019:

1. Até 2022, a economia digital deve representar mais de 50% do PIB da América Latina, com crescimento impulsionado por ofertas, operações e relacionamentos aprimorados. De 2019 a 2022, quase US$ 380 bilhões serão revertidos em gastos com TI.

2. Até 2022, quase 70% de todos os gastos com TI na América Latina irão para as tecnologias da Terceira Plataforma, pois mais de 75% das empresas criarão ambientes de TI “nativos digitais” para prosperar na economia digital.

3. Até 2022, mais de 20% das implementações na nuvem, na América Latina, incluirão a Edge Computing, e 15% dos dispositivos e sistemas Front-End executarão algoritmos de inteligência artificial.

4. Até 2020, 60% dos novos aplicativos, na América Latina, apresentarão arquiteturas de microsserviço que melhorarão a capacidade de projetar, depurar, atualizar e tirar proveito de códigos de terceiros; 25% de todos os aplicativos de produção serão nativos na nuvem.

5. Em 2022, uma nova classe de profissionais que produzem código sem scripts personalizados expandirá a população de desenvolvedores em 15%, acelerando a transformação digital.

6. De 2018 a 2023, com novas ferramentas/plataformas, mais recursos humanos, métodos ágeis e reutilização de código, cerca de 30 milhões de novos aplicativos de lógica empresarial serão criados por desenvolvedores da América Latina.

7. Até 2022, 15% da computação em nuvem pública será baseada em processadores diferentes de x86; até 2022, as organizações gastarão mais em aplicativos SaaS verticais do que em aplicativos horizontais, especialmente aqueles que aproveitam uma vantagem competitiva local ou regional sobre empresas globais.

8. Até 2024, as interfaces de usuário habilitadas por inteligencia artificial e a automação de processos substituirão um quarto dos aplicativos atuais baseados em telas; até 2022, 25% das empresas usarão a tecnologia de fala conversacional em aplicativos relacionados à experiência do cliente.

9. Até 2022, na América Latina, 20% dos servidores irão criptografar dados em repouso e em movimento, mais de 20% dos alertas de segurança serão manipulados por automação baseada em inteligência artificial, e mais de 5 milhões de pessoas terão identidades digitais baseadas em blockchain.

10. Para 2022, as quatro mega plataformas top de cloud vão ter 70% das implementações de IaaS/PaaS na América Latina, e até 2024, 80% das mil maiores empresas da América Latina irão reduzir o risco de sequestro contratual através da tecnologia e ferramentas multicloud/híbridas.

Fonte: computerworld.com.br
Foto: Shutterstock

 

 

 

 

Pessoas ainda são barreira para inovação

Pessoas ainda são barreira para inovação

Quase metade das empresas prioriza a inovação como chave para sua estratégia de negócios. Não é difícil pensar o motivo: mudanças exponenciais como a lei de Moore no passado e a lei de Metcalfe hoje estão acelerando o ritmo dos negócios. Em um estudo recente feito pela Forrester com 26 tomadores de decisões de tecnologia sênior, 100% disseram que o ritmo dos negócios é mais rápido hoje do que há cinco anos. E é essa pressão para manter o ritmo que leva as empresas a valorizar a inovação, criar equipes de inovação e fazer com que essas elas apliquem a tecnologia emergente.

Pela primeira vez, o investimento em tecnologia emergente substituiu a compreensão do cliente como a primeira coisa que as empresas querem fazer para serem mais inovadoras. Uma pessoa de uma empresa entrevistada disse: “A tecnologia emergente será essencial para o futuro dos nossos negócios. Sabemos que precisamos disso para sobreviver e competir”. Mas isso traz um desafio importante que você enfrentará ao aplicar a tecnologia emergente para inovar.

Inovação impulsionada pela tecnologia é um problema para as pessoas

O termo “inovação orientada por tecnologia” reflete a ideia de que, para muitas empresas avançadas, as capacidades tecnológicas, especialmente aquelas que são novas e emergentes, estão dominando a agenda de inovação. Embora possa parecer contra-intuitivo em princípio, o problema com a tecnologia emergente em inovação é fundamentalmente para as pessoas – não para a tecnologia.

O último relatório de James Staten, da Forrester, “Superar Barreiras Internas para Inovar com Sucesso”, mostra que a tecnologia só exacerba isso quando misturada à inovação porque se torna muito fácil culpar a tecnologia emergente em vez de se olhar e dizer: “Nós temos problemas com as pessoas”.

Barreiras internas

“Esses tipos de inovações líderes [disruptivas] podem ser difíceis para os funcionários adotarem, já que a maioria dos seres humanos teme mudanças, especialmente aquelas que atrapalham processos, metas e resultados existentes”, resume Staten.

Ele identifica cinco barreiras que, no fundo, são problemas de pessoas:

  • Cultura corporativa tática ou adversa ao risco. Por exemplo, o que manteve a Kodak sem evoluir foram os funcionários internos que viram a fotografia digital como algo negativo para seu negócio tradicional de fotografia, embora a mudança para o digital estivesse claramente chegando.
  • Medo de mudança. Os talentos têm interesse em manter as coisas como estão. A inovação não pode acontecer se os colaboradores resistirem às melhorias necessárias que permitam que a inovação floresça.
  • Impactos orçamentários do financiamento da inovação. O financiamento da inovação tem de vir de algum lugar, e é mais provável que seja o principal negócio. Quando um produto ou departamento operacional vê inovações tirando fundos do seu orçamento principal, seus funcionários de departamento provavelmente encararão a inovação negativamente.
  • Objetivos e métricas de negócios táticos. Investir em inovações impacta negativamente as métricas trimestrais de desempenho de produtos e serviços existentes da empresa, pois o orçamento e o engajamento das horas dos funcionários para as equipes de negócios principais são necessários para impulsionar a inovação. Como resultado, os líderes táticos de uma companhia que são orientados e compensados ​​com base em indicadores de desempenho de lucros e perdas podem resistir e até atrapalhar os esforços de inovação.
  • Medo de falhar. Financiar, avançar e lançar com sucesso inovações requer esforços para abordar como uma empresa aborda a aceitação de falhas e novas ideias. É necessário concentrar-se em melhorar a cultura da empresa para que a inovação se encaixe.

Sabendo que existe um problema emergente de pessoas com tecnologia, qual o próximo passo?

As equipes de inovação digital precisam trabalhar para resolver os problemas das pessoas. Elas devem assumir o desafio de ajudar seus negócios a superar as disfunções de inovação que, em última instância, se resumem a problemas de pessoas não resolvidas. Essa é uma nova fronteira para as equipes de inovação e totalmente fora da reserva para os tecnólogos emergentes que querem apenas colocar coisas novas no mercado.

É preciso perguntar: “Qual é a questão das pessoas por trás desse problema tecnológico?” A resposta ajudará a pilotar novas maneiras de pensar para superar as barreiras tecnológicas percebidas com as mudanças nas pessoas. Por exemplo:

  • Quando parece que a maturidade tecnológica é a culpada, identificar o medo no trabalho. É medo do fracasso? Medo de mudança? Medo dos resultados de risco? Criar pilotos que mudem os incentivos para ajudar os funcionários a superar as respostas baseadas no medo.
  • Quando é uma questão de financiamento de tecnologia, ver como a empresa mede o sucesso. Maneiras-piloto para medir o sucesso que são menos táticas e mais orientadas para alcançar a prontidão estratégica futura.

 

Fonte: itforum365.com.br

 

 

Como aumentar a produtividade da sua empresa em 2019?

Como aumentar a produtividade da sua empresa em 2019?

Com o fim do ano se aproximando, é comum que muitos de nós já comecem a fazer planos para a chegada de 2019, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Para o empreendedor, um objetivo básico e primordial costuma ser fazer com que sua empresa cresça.

Por isso, é necessário realizar uma avaliação de tudo o que deu certo e errado no ano que se encerrará e, assim, planejar de que forma é possível conseguir essa expansão dos negócios. Automaticamente, ao pensar então no próximo passo, uma meta vem em mente: aumentar a produtividade. Mas como conseguir fazer mais com menos?

Segundo o estudo Tecnologias certas destravam o potencial do lugar de trabalho digital, realizado pela Aruba com mais de 7 mil pessoas em 15 países, funcionários que trabalham em ambientes digitais não apenas são mais produtivos como também mais motivados, têm uma taxa maior de satisfação com seus trabalhos e registram maior sensação de bem-estar.

A pesquisa mostrou ainda que esses fatores dependem da combinação de avanços em tecnologia com as ciências cognitivas para auxiliar as pessoas a se engajarem com o trabalho de novas formas, ou seja, a grande virada acontece quando a empresa consegue oferecer soluções que, de fato, facilitam a vida do colaborador para tornar as tarefas do dia a dia mais simples.

Para Loredane Feltrin, diretora de produtividade da Microsoft Brasil, a tecnologia é que tem que se adaptar ao usuário para que ele tenha mais tempo de trazer inovação e criatividade para a companhia.

É possível concluir, dessa forma, que a colaboração é outro elemento fundamental no novo mundo da produtividade proporcionada pela tecnologia. É cada vez maior a necessidade de colaborar com as equipes de trabalho, não importa o tamanho delas.

Trabalhar em conjunto faz com que a informação flua, enquanto o conhecimento e o talento são compartilhados. Para conseguir isso, mais uma vez, precisamos de ferramentas que se integrem e permitam a comunicação.

Criado para atender a essas necessidades, o Microsoft Teams é um centralizador de fluxo de trabalho que oferece chamadas de áudio e vídeo, chat ilimitado, acesso integrado a aplicativos do Office, armazenamento de arquivose integração com mais de 140 aplicativos de negócio.

Atualmente usada por mais de 300 mil empresas em todo o mundo, a ferramenta também permite fazer análise de dados pelo Power BI e obter insights de negócios para toda a companhia.

Esse ambiente de trabalho com mais produtividade e colaboração ajuda não somente a elevar o nível das entregas da empresa, como também é um fator determinante na hora de atrair e reter talentos.Um estudo realizado pela Microsoft em agosto deste ano mostrou que 90% dos profissionais brasileiros consideram que um ambiente de trabalho moderno influencia na decisão ao analisar uma proposta de emprego.

O levantamento feito com mais de 1.500 trabalhadores de diferentes níveis hierárquicos, mercados e profissões evidenciou ainda mais o tamanho do impacto da tecnologia nessa nova realidade. Para os entrevistados, os principais benefícios do uso desse tipo de inteligência no trabalho são:

  • Comunicação com colegas e gestores
  • Acesso e compartilhamento de informações que capacitam a tomada de decisões
  • Gerenciamento de atividades e de horário de trabalho
  • Capacidade de comunicação e fornecimento de um serviço de qualidade ao cliente
  • Possibilidade de obter treinamento e suporte para realização do trabalho
  • Flexibilidade e home office

“Um ambiente de trabalho moderno é aquele que, de fato, permite que cada colaborador possa ter o melhor desempenho em seu trabalho, sendo mais produtivo e interagindo de forma mais rápida e eficiente no seu time e com outras áreas na empresa”, pontua Loredane Feltrin.

E, claro, tudo isso sem deixar de lado a segurança e proteção de dados da empresa. Quer saber por que esse tema deve ser uma prioridade para os seus negócios? Confira um infográfico especial e saiba como a Microsoft está trabalhando para oferecer uma segurança inteligente para a sua empresa de forma simples e acessível.

O Microsoft 365 Business foi desenvolvido especialmente para pequenas e médias empresas e reúne a plataforma do Office 365  – com ferramentas como o Microsoft Teams –, do Windows 10  e toda a suíte de segurança que a sua companhia precisa. Tudo em uma única solução e por um custo menor.Conheça mais sobre o Microsoft 365!

Fonte: Microsoft

 

 

10 previsões para o mercado de TI até 2023

10 previsões para o mercado de TI até 2023

Para apoiar CIOs em sua corrida para a transformação digital, a IDC divulgou o FutureScape: Worldwide CIO Agenda 2019 Predictions, relatório que traz as principais tendências para o mercado de TI até 2023. Na economia de inovação, CIOs mais eficazes estão reinventando a TI de cima a baixo, criando novas plataformas digitais com conectividade ágil enquanto modernizam e racionalizam processos com o objetivo de descarta sistemas obsoletos.

As novas previsões fornecem um contexto estratégico que permitirá aos CIOs liderar suas organizações por meio de um período de inovações e disrupções nos próximos cinco anos. Elas também apresentam a visão da IDC para as dez mudanças mais importantes que acontecerão na área de TI nos próximos 60 meses e ajudarão os executivos seniores de TI na formação de seus planos estratégicos.

A mensagem segue clara: os CIOs precisam encontrar uma maneira de reinventar suas organizações de TI, pois, caso contrário, arriscam seus negócios ou podem ser substituídos por prestadores de serviços que podem realizar o serviço.

1. até 2021, impulsionados pelas necessidades das áreas de negócio, 70% dos CIOs fornecerão “conectividade ágil” por meio de APIs e arquiteturas que interconectam soluções digitais de fornecedores de nuvem, desenvolvedores de sistemas, startups e outros.

2. até 2021, compelidos a reduzir os gastos com TI, melhorar a agilidade corporativa e acelerar a inovação, 70% dos CIOs aplicarão de maneira agressiva dados e IA às operações, ferramentas e processos de TI.

3. até 2022, 65% das empresas solicitarão aos CIOs que transformem e modernizem as políticas de governança para aproveitar as oportunidades e enfrentar os novos riscos impostos pela inteligência artificial, o machine learning e a privacidade e ética dos dados.

4. até 2022, 75% das estratégias digitais bem-sucedidas serão construídas por um departamento de TI transformado, com infraestrutura, aplicativos e arquiteturas de dados modernizados e racionalizados.

5. em 2020, 80% das lideranças executivas de TI serão compensadas com base nos KPIs e métricas de negócios que medem a eficácia da TI na geração de desempenho e crescimento de negócios, e não com base em medidas operacionais de TI.

6. Em 2020, 60% dos CIOs iniciarão uma estrutura de confiança digital que irá além da prevenção de ataques cibernéticos e permitirá que as organizações se recuperem de forma resiliente de situações, eventos e efeitos adversos.

7. até 2022, 75% dos CIOs que não mudarem suas organizações para capacitar as equipes de produtos de TI para permitir a inovação, a disrupção e a escala digitais falharão em suas funções.

8. até 2022, o conjunto de talentos para tecnologias emergentes será inadequado para preencher pelo menos 30% da demanda global e o desenvolvimento e retenção eficazes de habilidades se tornarão estratégias diferenciadoras.

9. em 2021, 65% dos CIOs expandirão as práticas de Agile/DevOps para áreas de negócio, a fim de alcançar a velocidade necessária para inovação, execução e mudança.

10. em 2023, 70% dos CIOs que não conseguirem gerenciar a governança, a estratégia e as operações de TI, dividindo-as entre a computação de ponta, dominada pelas áreas de negócio, e a tecnologia operacional, falharão profissionalmente.

 

Fonte: computerworld.com.br

 

 

7 disrupções digitais para as quais os C-levels estão despreparados

7 disrupções digitais para as quais os C-levels estão despreparados

disrupção digital

A disrupção digital está criando oportunidades e desafios significativos para todas as organizações.  Mas há sete delas para as quais os C-levels ainda não despertaram, segundo o Gartner.

“O maior desafio que as empresas e os provedores de tecnologia enfrentam hoje é a interrupção digital”, disse Daryl Plummer, vice-presidente da consultoria. Na opinião dele os CIOs devem trabalhar com seus colegas de negócios para antecipar a disrupção digital, tornando-se especialistas em reconhecer, priorizar e responder aos principais desafios.

As sete principais disrupções digitais para as quais os líderes devem estar preparados são:

1 – Computação quântica
De acordo com Plummer,  os cientistas de dados de hoje, focados em Machine Learning, Inteligência Artificial e análise de dados, simplesmente não conseguem resolver alguns problemas difíceis e complexos por causa das limitações das arquiteturas clássicas de computação.

“Os computadores quânticos têm o potencial de executar grandes quantidades de cálculos paralelos em segundos. Esse potencial de aceleração de computação, bem como a capacidade de lidar com problemas difíceis e complexos, é o que está despertando tanto interesse dos líderes de empresas de diversos setores. Mas devemos sempre estar conscientes do hype em torno do modelo de computação quântica. O CQ é bom para um conjunto específico de soluções de problemas, nem todas para computação de propósito geral. ”

2 – Tradução de idiomas em tempo real
Segundo o Gartner,  a tradução de idiomas em tempo real poderia, na verdade, mudar fundamentalmente a comunicação em todo o mundo.

Dispositivos e serviços de tradução de voz e texto podem realizar a tradução em tempo real, quebrando barreiras de idioma com amigos, familiares, clientes e colegas. Essa tecnologia pode não apenas romper as barreiras linguísticas interculturais, mas também tirar o emprego dos tradutores de idiomas, já que sua função pode deixar de ser necessária.

“Para se preparar para essa disrupção, os CIOs devem equipar os funcionários das empresas com tradutores experimentais em tempo real para conduzir uma comunicação simplificada”, disse Plummer. “Isso ajudará a estabelecer disciplinas multilíngues para ajudar os funcionários a trabalharem com maior eficiência em diferentes idiomas”.

3 – Nanotecnologia
“A nanotecnologia está rapidamente se tornando um conceito tão comum quanto muitos outros, e ainda assim permanece escassamente compreendida em seu impacto no mundo como um todo”, disse Plummer.

Aplicações em medicina, eletrônica, segurança e manufatura anunciam um mundo de pequenas soluções que preenchem as lacunas do macrocosmo em que vivemos.

Quando consideramos aplicações que passam a permitir a impressão 3D em nano escala, por exemplo, torna-se possível avançar na pesquisa de materiais orgânicos impressos e até mesmo tecidos humanos gerados a partir de células-tronco individuais.

“A bioimpressão em 3D mostrou-se promissora e a nanotecnologia está ajudando a entregá-la”, explicou Plumme.

4 – Swarm Intelligence
Os negócios digitais estenderão os métodos convencionais de gerenciamento além do ponto de ruptura. As empresas precisarão tomar decisões em tempo real sobre eventos imprevisíveis, com base em informações de várias fontes diferentes (como dispositivos da Internet das Coisas) além do controle da organização. Os seres humanos se movem muito devagar, as máquinas inteligentes autônomas custam muito e as arquiteturas hyperscale não conseguem lidar com a variabilidade. A Swarm Intelligence poderia atacar a missão a um baixo custo.

Swarm Intelligence é o comportamento coletivo de sistemas descentralizados, auto-organizados, naturais ou artificiais. Um swarm consiste em pequenos elementos de computação (entidades físicas ou agentes de software) que seguem regras simples para coordenar suas atividades. Tais elementos podem ser replicados de forma rápida e barata. Assim, um swarm pode ser ampliado e diminuído facilmente conforme as necessidades. Os CIOs devem começar a explorar o conceito para escalar o gerenciamento, especialmente em cenários de negócios digitais.

5. Interfaces homem-máquina
A interface homem-máquina (IHM) oferece aos provedores de soluções a oportunidade de diferenciar-se com experiências inovadoras e multimodais. Além disso, as pessoas que vivem com deficiência se beneficiam de IHMs adaptadas às suas necessidades, incluindo algumas já em uso em organizações de todos os tipos. A tecnologia dará a algumas dessas pessoas “super-capacidades”.

Por exemplo, os wearables de eletromiografia (EMG) permitem que os usuários atuais que não poderiam fazê-lo usem smartphones e computadores através de sensores que medem a atividade muscular. A contração muscular gera sinais elétricos que podem ser medidos a partir da superfície da pele. Os sensores podem ser colocados em uma única parte ou em múltiplas partes do corpo, conforme apropriado para o indivíduo. Os gestos, por sua vez, são interpretados por uma IHM vinculada a outro dispositivo, como um PC ou um smartphone. Dispositivos portáteis que usam sinais mioelétricos já atingiram o mercado consumidor e continuarão migrando para dispositivos destinados a pessoas com deficiências.

6. Revolução na distribuição de software
A aquisição de software está passando por uma mudança fundamental. A maneira como o software é localizado, comprado e atualizado está agora na região do mercado de distribuição do software.  Os provedores de plataformas em nuvem percebem (em graus variados) que devem remover o máximo de atrito possível nos processos de compra e propriedade de suas próprias ofertas e das ofertas de seus fornecedores independentes de software (ISVs) (ou seja, parceiros). Os ISVs ou provedores de serviços de tecnologia em nuvem (TSPs) reconhecem a necessidade de atingir públicos de compra grandes e cada vez mais diversificados.

“Estabelecer o próprio mercado ou participar como provedor em um mercado de terceiros é um caminho para o mercado que está se tornando cada vez mais popular. Os distribuidores e outros terceiros também vêem a oportunidade de criar ecossistemas fortes (e bases de clientes) enquanto impulsionam eficiências para parceiros e provedores de serviços de tecnologia ”, disse Plummer.

7. Desintermediação do smartphone
O uso de outros dispositivos, como assistentes pessoais virtuais (VPAs), smartwatches e outros wearables, pode significar uma mudança na forma como as pessoas passarão a usar o smartphone.

“Os smartphones são críticos hoje para conexões e consumo de mídia. No entanto, com o tempo, eles se tornarão menos visíveis à medida que ficarem em bolsos e mochilas. Em vez disso, os consumidores usarão uma combinação de tecnologias de voz, assistentes pessoais virtuais (VPAs) e outros dispositivos portáteis para navegar em uma loja ou espaço público, como um aeroporto ou estádio, sem andar na rua com os olhos colados na tela do smartphone ”, disse Plummer. .

Os CIOs e os líderes de TI devem usar a usabilidade de uma tecnologia como um princípio orientador e investigar e testar soluções vestíveis para melhorar a eficácia do trabalhador, aumentar a segurança, melhorar as experiências do cliente e melhorar a satisfação dos funcionários.
Fonte: cio.com.br