Veja como a Cloud computing traz aumento de capacidade e custos sob medida para a sua empresa

Veja como a Cloud computing traz aumento de capacidade e custos sob medida para a sua empresa

As companhias líderes da Economia Digital são nativas do ambiente da Nuvem, que hoje é também a plataforma preferencial por razões de produtividade, eficiência, segurança e escalabilidade.

A nuvem simplifica muito os projetos de TI, assim como permite criação de serviços, expansões de volume e outras iniciativas que passam a contar com a estrutura de grandes provedores globais. Há uma grande variação de serviços em nuvem, sobre três modalidades básicas de oferta:

IaaS (infraestrutura como serviço) – os servidores, dispositivos de armazenamento e todos os recursos de hardware necessários são disponibilizados em uma estrutura virtualizada e usada conforme a demanda. É uma alternativa que reduz tanto o custo de investimento quanto o TCO (custo total de propriedade), além de dar a qualquer empresa acesso a uma infraestrutura de classe corporativa.

PaaS (plataforma como serviço) – além da infraestrutura, fica sob gestão do provedor o software básico, como sistema operacional e banco de dados. Entre os casos de uso, o PaaS agrega agilidade e segurança a processos de teste e desenvolvimento. No dia a dia da operação, simplifica o gerenciamento de patches de atualização, entre outras vantagens.

SaaS (software como serviço) – é o caso de Office 365, GoogleDocs, Salesforce e várias outras aplicações que rodam via Internet. Em grande parte dos casos, a escolha dos aplicativos é feita pelo próprio usuário final, embora a TI possa ter visibilidade e controle sobre o uso em ambiente de trabalho.

Migrar ou se estender à nuvem

As startups normalmente já têm sua TI concebida para o ambiente de Nuvem, é a plataforma preferencial para novos projetos nas empresas e apresenta vantagens técnicas e econômicas para atender as demandas já existentes. Entre as aplicações com benefícios mais evidentes, que respondem por grande parte dos contratos empresariais, podem-se destacar:

Hospedagem de sites e aplicativos – as aplicações feitas para web normalmente já são desenvolvidas e lançadas no ambiente dos provedores. Alta capacidade de conexão, balanceamento, escalabilidade e um ferramental ágil para implementar e gerenciar mudanças são especializações típicas dos provedores.

Os provedores de nuvem também melhoram a performance de websites e intranets que podem ser acessadas nacionalmente (para uso de filiais por exemplo), isto ocorre ao aproximar os serviços dos usuários, fazendo uso de contratos de telecomunicações, replicação de dados e outras otimizações.

Backup – a escala e a eficiência das estruturas virtualizadas em nuvem permitem embutir nos “serviços” de backup mecanismos de redundância, escalabilidade e gerenciamento automatizado, antes só possíveis com orçamentos irrestritos. Mais do que a eficiência da infraestrutura, os serviços garantem a execução de políticas, a recuperação e a segurança, sem a equipe de TI tenha que cuidar do dia a dia dessa gestão.

Disaster Recovery – mesmo as corporações com altos investimentos em data centers próprios replicam seus sistemas e dados em uma ou mais nuvens para Recuperação de Desastres. Além de garantia da Continuidade de Negócio, as soluções de espelhamento podem ser acionadas para absorver sobrecargas ou incrementar a performance do ambiente em condições normais.

Máquina virtual – a VM habilita capacidade e plataformas para implementar imediatamente as aplicações necessárias ao negócio, em qualquer ambiente de servidor ou sistema operacional. Os desenvolvedores e usuários podem avaliar software em Windows, Linux etc. e só pensar nas funcionalidades, sem restrições tecnológicas, enquanto a TI não precisa passar por todo processo tradicional de implementação do servidor e software básico. Há ainda a facilidade de se escalar as aplicações para múltiplas máquinas virtuais, remanejar cargas e uma série de outras vantagens em economia e agilidade.

O papel do integrador em um mundo as a service

Há muitas alternativas e diferentes vantagens do uso de serviços em nuvem conforme as características do negócio, o legado de TI e até mesmo como a empresa lida com as mudanças deste momento e que estão por vir (home office, maior dependência dos canais de venda online etc.).

Embora seja uma alternativa simplificada em relação aos projetos tradicionais (adquirir servidor, licenciar OS, banco de dados etc. e precisar de CAPEX), um parceiro especializado em provisionamento, composição de serviços, gestão de contratos (SLAs) e segurança na migração à Nuvem reduz os custos e riscos nesse processo.

Como em todo processo de Transformação Digital, ser ágil é ótimo; ser intempestivo é caro. Nesse sentido, o parceiro de TI deve ser capaz de entender a realidade e o momento de cada empresa, para guiar a jornada para a nuvem na direção economicamente mais vantajosa.

Quem responde pela segurança na nuvem?

Os provedores contam com uma estrutura robusta, oferecem serviços adicionais de segurança, mas ainda assim a responsabilidade sobre a segurança de dados é sempre do titular do contrato.

Referências como o Modelo de responsabilidade compartilhada da Microsoft estabelecem as obrigações dos provedores nas várias modalidades de serviços e servem bem para se entender sobre atribuições e controles.

Embora a preocupação com segurança em nuvem seja mais do que legítima e justificável, não é mais uma restrição aceitável. Praticamente todas as empresas – mesmo as que detêm os maiores data centers exclusivos – tem que ser capazes de proteger os serviços e os dados nesse ambiente. Na prática, isso impõe o tripé de competências chave ao parceiro: gestão de infraestrutura; gestão de Serviços; e cibersegurança.

A computação em nuvem é uma realidade que veio para ficar. Tem dúvidas sobre como contratar o melhor provedor, como estender o seu ambiente on premises, custos, qual o melhor provedor para a sua necessidade?

A Portnet conta com profissionais certificados para implementar e integrar soluções estratégicas para o seu negócio.

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Quatro motivos para migrar seu data center para a nuvem

Quatro motivos para migrar seu data center para a nuvem

Os dados da sua empresa e dos seus clientes já estão na nuvem? Considerada uma aposta há alguns anos, a computação em nuvem hoje em dia é vista em toda empresa como uma oportunidade estratégica e um movimento natural para todos os tipos de negócio.

De acordo com um estudo da IDC, o Brasil tem um potencial gigantesco de crescimento na adoção de cloud computing, já que o país é responsável por cerca de 50% da produção e do consumo de tecnologia da América Latina.

Resumidamente, a computação em nuvem é a entrega de serviços de computação – servidores, armazenamento, bancos de dados, rede, software, análise, inteligência e muito mais – pela internet para oferecer inovação mais rápida, recursos flexíveis e economia de escala.

Se considerarmos somente o universo das pequenas e médias empresas, a adoção dessa tecnologia também tem apresentado um forte crescimento. Em uma pesquisa feita pela Paessler com mais de 2 mil empreendedores, foi constatado que 80% das PMEs já adotaram ou pretendem adotar uma estratégia de nuvem nos próximos anos.

Apesar disso, ainda existem alguns obstáculos específicos no setor. Abaixo estão os principais receios das companhias em relação à adoção de cloud computing:

Para ajudar a sua empresa a quebrar a barreira desses obstáculos de vez e implementar uma estratégia segura e confiável, listamos quatro grandes motivos para você migrar seu data center para a nuvem e usar essa tecnologia como motor para inovação e crescimento dos seus negócios.

Redução de custos

Vamos ser diretos: com a eliminação da compra, instalação e manutenção de hardware e software, sua empresa conseguirá obter uma economia significativa a médio e longo prazo.

A Microsoft disponibiliza uma calculadora de preço para que você possa configurar e estimar os custos do Azure.

Além disso, o pagamento de serviços em nuvem costuma ser feito apenas pelos serviços utilizados, ajudando a reduzir custos operacionais, ter mais eficiência em performance e dimensionar conforme a mudança de necessidades do negócio.

Produtividade em alta

Sem precisar se preocupar com funções como suporte e manutenção de software ou backup, a equipe de TI tem seu tempo otimizado e passa a assumir um papel mais estratégico. Com isso, o time consegue adquirir funções mais analíticas e focar em metas de negócios mais importantes.

Além disso, a automação dos processos em nuvem faz com que os dados estejam sempre disponíveis na rede e em tempo real, facilitando o compartilhamento de informações e agilidade no processo de colaboração.

Mais segurança

Provedores em nuvem como o Azure oferecem um amplo conjunto de políticas, tecnologias e controles que fortalecem sua postura geral de segurança, ajudando a proteger os dados, os aplicativos e a infraestrutura contra possíveis ameaças.

Com a Lei Geral de Proteção de Dados se aproximando cada vez mais – a regulamentação entra em vigor em agosto de 2020 -, as empresas deverão adequar seus processos e produtos e ficar em conformidade o quanto antes. A computação em nuvem oferece vantagens para garantir segurança no ambiente corporativo, como facilidades na hora de proteger e restringir acesso a dados.

Escalabilidade e flexibilidade

Na hora de construir uma infraestrutura moderna de TI, a escalabilidade deve ser pensada como uma necessidade, afinal, sua empresa precisa ser eficaz e rápida para lidar com o crescimento. E é aí que a nuvem, mais uma vez, salta na frente do data center local.

Os benefícios dos serviços em nuvem incluem a capacidade de dimensionamento elástico. Isso significa fornecer a quantidade correta de recursos de TI – por exemplo, mais ou menos potência de computação, armazenamento e largura de banda – sempre que necessário.

Com o modelo pay-per-use, também não há gastos excessivos nem consumos desnecessários de recursos. Para empresas que estão começando, como startups, essa flexibilidade é ainda mais vantajosa, já que otimiza recursos e auxilia na minimização de custos.

Se a sua empresa apresenta necessidades de otimização operacional, redução de custos e escalabilidade tecnológica, não tenha dúvidas de que o momento de migrar para a nuvem chegou.

No final das contas, queremos que você escolha a tecnologia que mais se adequa ao seu negócio e que faça sentido para o seu momento. Fale com a gente! Podemos te ajudar nessa jornada de inovação e transformação digital. A Portnet possui certificação Gold em todas as competências cloud da Microsoft.

Fonte: Microsoft

 

 

 

3 desafios de Cloud Computing para 2019

3 desafios de Cloud Computing para 2019

cloudcomputing

É imperativo que as empresas vejam a cloud computing como um elemento crítico de sua competitividade, não apenas como custo a ser cuidadosamente gerenciado.

Como o papel tradicional dos executivos de tecnologia continua evoluindo, a única promessa garantida para 2019 é de mais pressão para entregar soluções que atendam às expectativas de clientes e parceiros.

No final do ano passado, segundo o IDC, quase metade dos gastos com TI foram baseados em nuvem, com uma previsão de atingir 60% de toda a infraestrutura de TI e 60-70% de todos os gastos com software, serviços e tecnologia até 2020.

É imperativo que as empresas vejam a computação em nuvem como um elemento crítico de sua competitividade, não apenas como um custo que precisa ser cuidadosamente gerenciado. Em 2019, as empresas terão que equilibrar as capacidades da mais nova tecnologia em nuvem, enquanto se concentram na segurança.

Aqui estão três tendências em computação em nuvem para as quais as empresas devem se preparar em 2019:

1. O número de serviços e soluções em nuvem (SaaS, PaaS, IaaS) continuará a aumentar

Haverá uma explosão de novos serviços e soluções em nuvem, e aqui estão algumas estatísticas para provar isso.

– O software como serviço baseado em assinatura (SaaS) apresentará um crescimento anual na ordem de 18% até 2020, de acordo com a Bain & Company.

– O investimento em plataforma como serviço (PaaS) crescerá de 32% em 2016 para 56% em 2019, tornando-se o setor de plataformas em nuvem que mais cresce, de acordo com a KPMG.

– O mercado de infraestrutura como serviço (IaaS) deverá atingir US $ 72,4 bilhões em todo o mundo até 2020, segundo o Gartner.

Se julgarmos pelas tendências atuais da computação em nuvem, o número de soluções em nuvem nos setores público e privado se expandirá ainda mais em 2019. Esperamos ver mais organizações aproveitando a simplicidade e o alto desempenho que a nuvem garante.

2. Mais empresas irão optar por soluções de nuvem híbrida

Fazer uma transição completa para a nuvem provou ser mais desafiador do que o previsto, então é aqui que as soluções de nuvem híbrida terão um papel importante. Com uma nuvem híbrida, as empresas podem fazer a transição para a nuvem em seu próprio ritmo, com menos risco e a um custo menor. Em 2019, mais empresas escolherão uma abordagem de nuvem híbrida que lhes permitirá acessar a eficiência e a eficácia das soluções em nuvem.

Essas nuvens podem ser sistemas multivendor ou uma mistura de nuvens privadas e públicas. Com a adoção da nuvem em seu auge, as empresas precisam entender as vantagens e desvantagens de cada uma das nuvens antes de tomar uma decisão que melhor se adapte a seus negócios.

3. Com o GDPR e LGPD, a segurança na nuvem se tornará mais confusa

Não é surpresa que a segurança continue a ser um problema com a tecnologia de nuvem, especialmente agora com a introdução das leis de proteção de dados GDPR na Europa e LGPD no Brasil. Dadas as vantagens da computação em nuvem, muitas empresas provavelmente se apressarão sem considerar seriamente as implicações de segurança.

De acordo com o Gartner, “até 2020, 99% das vulnerabilidades exploradas continuarão sendo conhecidas pelos profissionais de segurança e TI por pelo menos um ano”.

Em 2019, as empresas terão a difícil tarefa de garantir que suas práticas de dados atendam plenamente aos requisitos das leis de proteção de dados.

Impulsionados pela transformação digital, veremos mais e mais empresas migrarem para a nuvem no próximo ano, o que significa que as ameaças à segurança cibernética também aumentarão.

Oitenta e três por cento das cargas de trabalho da empresa estarão na nuvem até 2020 – 41% das cargas de trabalho corporativas serão executadas em plataformas de nuvem pública, enquanto outros 22% serão executados em plataformas de nuvem híbrida.

Garantir a conformidade da nuvem com as leis de proteção de dados não será uma tarefa fácil. Os resultados de uma pesquisa recente feita pela CommVault mostraram que apenas um pequeno número (12% das 177 organizações globais de TI pesquisadas) entende como o GDPR afetará seus serviços em nuvem. Esses resultados levantam a suposição de que as empresas que usam serviços em nuvem serão mais vulneráveis.

As grandes empresas e corporações enfrentarão mais desafios do que nunca para serem competitivas neste ambiente tecnológico em constante mudança. As tendências descritas acima são áreas críticas nas quais dedicar recursos para que elas permaneçam relevantes e garantam que seus produtos permaneçam na liderança do mercado em 2019.

Fonte: cio.com.br
Autor: Carlos Mattos é Chief Architect e Head of Technology and Innovation na GFT Brasil
Imagem: Shutterstock

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Nuvem ou on-premise, qual é a melhor opção?

Nuvem ou on-premise, qual é a melhor opção?

Migrar um negócio para cloud garante mesmo uma redução significativa dos custos operacionais de infraestrutura?

Analistas do Gartner destacam que a computação em nuvem é a base dos negócios digitais e pesquisas indicam que as ofertas de serviços e estrutura Cloud movimentarão mais de US$ 300 bilhões, até 2021. Mas será que, mesmo com todo esse crescimento, migrar um negócio para a nuvem é a melhor opção em termos de custos e resultados?

Antes de afirmar que a nuvem é a solução de todos os problemas, precisamos rever alguns conceitos. Proponho uma reflexão com uma analogia: Uber X carro próprio, que pode parecer estranho, mas não é. Assim com Cloud, a adoção de Uber ou outros aplicativos tem crescido, na busca pela conveniência e economia com mobilidade. Se compararmos o custo anual de um carro próprio, como valor de compra que fica imobilizado e desvalorizando, manutenção, seguro, combustível, estacionamento, impostos etc, e dividirmos pelo número real de horas que o utilizamos o carro, podemos chegar a conclusão que o Uber é a opção mais barata por hora. Mas se fizermos o contrário, alugarmos um Uber para ficar na garagem à nossa disposição, a conta se inverte e fica muito maior.

Nesse artigo quero analisar algumas das possibilidades que a nuvem oferece para diminuição de custos:

Hardware

Um servidor local, é como um carro na garagem, sempre à disposição e com todos os recursos que você precisa ou venha a precisar no futuro. Se hoje você precisa de um carro de 4 lugares e no futuro, com a família maior, precisar de 7, melhor comprar logo o de 7 e ter o recurso à disposição. Da mesma forma com um servidor local, o investimento deve contemplar o crescimento futuro em função da demanda de negócios.

Mesmo que você não adquira tudo que precisa na primeira compra, é sua responsabilidade manter a infraestrutura atualizada do ponto de vista de capacidade e tecnologia. A compra de hardware e sua manutenção exigem investimentos regulares e você estará sozinho com o fornecedor nesta negociação. Por outro lado, o provedor de serviços de nuvem, como tem um volume de compra muito maior, consegue condições melhores para o seu custo de infraestrutura que é rateado entre todos os seus clientes, na forma de serviços pagos pelo uso efetivo, no momento do uso, ou seja, economizamos no investimento e gastamos com despesas de uso efetivo, quando ele ocorre. Lembrou do Uber agora?

Software

A mesma analogia vale para Software básico que vem com o servidor, ou de plataformas como banco de dados ou soluções como ERP. O custo efetivo do uso é menor quando tudo é compartilhado, especialmente quando se avalia os serviços necessários para a manutenção e atualização. Enquanto isso, no caso do servidor em nuvem, o sistema será atualizado automaticamente a partir do back-end.

Não há necessidade de investir tempo extra e pagamento em atualizações de software pontuais, isso faz parte do serviço sendo consumido, pois o fornecedor é responsável por atualizações automáticas. O provedor de serviços em nuvem distribui eficientemente o custo de software entre todos os seus clientes. Na analogia do Uber, o que você quer é ir do local A para o B, não importa se o meio de transporte é de sua propriedade ou não, ou seja, a função final é o que interessa, que em última análise, é o papel do software.

Redes – Um negócio com servidores locais, sim, no plural, pois conforme sua empresa cresce, mais servidores são necessários, precisa de uma rede local implantada e mantida. A medida que essa rede de servidores cresce, mais custo e complexidade serão trazidos para o ambiente de TI interno, afim de garantir a operação dos negócios, às vezes com a demanda de um data center interno ou externo, ou seja, mais investimento.

Por outro lado, no caso da nuvem, bastam alguns serviços básicos locais e uma boa conexão web ou um link direto com seu provedor de nuvem. Assim, o custo da rede interna e com data center é reduzido. Na comparação com o Uber, isso representa a economia com os custos de garagem e com o IPVA, que paga pela manutenção das vias de acesso aos serviços de transporte.

Recuperação de dados e backup

A garantia da continuidade dos negócios é um dos assuntos mais sérios nos dias de hoje, levando-se em conta o nível de transformação digital que vem sendo adotado. Neste contexto, a recuperação de dados é necessária em casos de falha ou mesmo desastres e você é o responsável por fazer e manter íntegras as cópias backup de seus dados importantes. Este é um tipo de serviço que pode ser contratado com um provedor de serviços de nuvem, aí o seu papel passa a ser de gestor de um contrato de serviços externos para garantir o resultado que você precisa.

Aliás, este é um bom começo para experimentar serviços em nuvem, contratando desde backup simples até serviços mais elaborados de recuperação de desastres, que em algumas verticais como finanças e Telecom, além de críticos, são motivos de controles de auditoria e compliance. É mais ou menos como o carro reserva do seu seguro de veículo, um serviço à sua disposição que cumpre a mesma função do seu carro. Mas se você migrar seus servidores para a nuvem, o serviço de backup estará incluído no pacote, ou seja, o seguro do carro que o motorista do Uber usa, é de responsabilidade dele.

Gerenciamento da Energia

O gerenciamento de energia é outro requisito importante para um servidor e também para um data center. Da mesma forma que a infraestrutura de hardware e software, o seu abastecimento de energia é crucial para a operação e requer uma especialização e engenharia elétrica e não mais em TI, desde o projeto até a implementação, manutenção e mais crítico, a continuidade do abastecimento. Novamente, a implementação na nuvem significa que você não é diretamente responsável por todas as despesas. Tudo é responsabilidade do seu provedor de serviços de nuvem e você só precisa pagar suas próprias contas com os equipamentos de acesso em seu site.

Headcount

Você precisa contratar uma força de trabalho capacitada e experiente para cuidar de sua sala de servidores, maquinário e sistema operacional. A execução eficaz e o tratamento competente de erros só são possíveis garantindo a disponibilidade de pessoal profissional e qualificado. Se você for terceirizar a equipe, custará ainda mais caro para a empresa. Importante salientar que a quantidade de pessoas talvez seja menor, se você optar por contratar serviços em nuvem, mas a qualificação daqueles que ficarem será maior, pois há uma redução de atividades operacionais e um aumento de atividades de gestão de serviços.

Como vimos, há uma enorme diferença entre ter um servidor em nuvem e um on-premise, sendo que a diferença de investimentos pode ser facilmente calculada. Um provedor de serviços em nuvem pode distribuir as despesas entre seus clientes. Ainda assim, é muito mais barato do que uma solução local. Mas não se engane, se você não souber comprar seu espaço na nuvem, essa diferença pode “sair pela culatra e a aventura na nuvem custar mais caro do que em casa.

Para evitar este transtorno, informe-se, capacite-se e use serviços profissionais especializados no dimensionamento da solução em nuvem que você tem em mente. O conhecimento prévio neste caso, será o grande diferencial na implantação de uma solução em nuvem realmente efetiva.

Fonte: cio.com.br
Autor: Marco Carvalho – CEO da Matza Group
Foto: Shutterstock

 

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Cloud permitiu ao mercado processar dados e rodar aplicações em escala

Cloud permitiu ao mercado processar dados e rodar aplicações em escala

cloud

Não é só uma tendência, mas uma realidade. A transformação digital é um momento que o mercado está vivenciando; e as empresas estão atentas à inovação e se movimentando neste sentido. Segundo informações do Gartner, as iniciativas digitais vão tomar a liderança na lista de prioridades dos CIOs em 2019, com 33% das empresas nas etapas de escala ou refino da maturidade digital? – um aumento de 17% com relação a 2018.

E foi a computação em nuvem e a conexão em rede que permitiu, pela primeira vez, que os negócios crescessem em velocidade exponencial. “A computação em nuvem e conexão em rede permitiram, pela primeira vez, que a digitalização fizesse com que os negócios evoluíssem em velocidade exponencial, e não mais linear, como nas outras revoluções industriais. Isso é, de fato, transformação digital”, explica o especialista em transformação digital, Andrea Iorio.

Segundo Iorio, o segredo dessa virada de chave está na capacidade de processamentos de dados e aplicações em larga escala. Para o especialista, estes elementos foram o que deram a chance para que os negócios tivessem uma escalabilidade cada vez maior.

Com a sua experiência prévia, como head LatAm do Tinder, que usava computação em nuvem para rodar a aplicação, o uso da nuvem foi essencial para a escalabilidade e processamentos de dados em big data. “Isso foi fundamental porque muito do sucesso do Tinder se deveu à nossa capacidade de processar uma grande quantidade de informações e otimizar o algoritmo do app em tempo real”, explica Iorio.

“Os algoritmos hoje em dia são a base de qualquer negócio digital. São eles que alimentam o big data para fornecer inteligência ao negócio em diversas frentes. E tudo isso só pode ser processado em larga escala com computação em nuvem”, aponta o especialista. “Trata-se de uma oportunidade como nunca se tinha visto antes”, afirma.

Dessa forma, de acordo com o Iorio, a importância da nuvem é fundamental para a transformação digital. Para diversos negócios. Desde as startups que, por sua vez, só podem crescer através de negócios conectados e em nuvem, pois o sucesso dela vem à medida que ela tiver uma grande base de usuários, e isso só subsiste com nuvem; até pequenas e médias empresas que podem se beneficiar da nuvem utilizando aplicações de baixo custo para gerenciar o próprio negócio, automatizar seu marketing etc – sem a necessidade de terem seus próprios servidores.

Já as grandes empresas, para o especialista, precisam estar antenadas a este movimento de forma crucial para a sustentabilidade de seus negócios. “Uma grande indústria pode não dar o devido valor à nuvem pelo fato do seu processo estar automatizado no offline. Porém, quando ela conecta todos os pontos de sua cadeia na nuvem, isso vira ouro. Esses dados alimentam algoritmos e permitem a aplicação de inteligência artificial e novas tecnologias”, explica Iorio.

O especialista aponta que a nuvem nos permite estarmos conectados e que a vantagem de uma empresa estar integrada em toda a sua cadeia de valor fecha um círculo em termos de dados, da correlação entre todos os processos do negócio e de seus momentos de geração de valor – algo que não podia ser feito antes.

Além disso, para ele, as empresas não podem incorrer no erro de olhar para a nuvem ou rede como um fim, mas como um meio de tornar os seus negócios mais rentáveis, sustentáveis e competitivos. “Não é a tecnologia como fim, mas a tecnologia como meio”, define Iorio.

No entanto, é evidente o desafio das empresas em inovar e criar estratégias que fomentem a transformação digital de maneira distintiva. A consultora americana CB Insights realizou uma pesquisa com executivos de grandes corporações; 85% deles afirmam que é importante inovar, porém, 78% deles que admitem que buscam apenas mudanças incrementais ao invés de iniciativas realmente disruptivas.

“Como especialista em transformação digital, executivo e investidor, tenho visto cada vez mais negócios experimentando as diversas potencialidades que a nuvem proporciona, desde o momento de produção, lá na indústria, até a ponta, com o marketing e vendas. E se existe algo que posso afirmar, como tendência, é que a próxima onda que a nuvem proporcionará, por meio do big data e de algoritmos, é a experiência 100% personalizada em larga escala. Como um e-commerce, por exemplo, que poderá oferecer uma experiência de compra completamente única para cada um de seus milhares ou milhões de consumidores. Se isso hoje ainda não é possível, em breve será”, conclui o especialista.

Foto: Shutterstock
Fonte: cio.com.br

 

Dia das Mães: O seu e-commerce está pronto para a data?

Dia das Mães: O seu e-commerce está pronto para a data?

Foi-se o tempo em que os shopping centers e os comércios de rua ficavam completamente lotados às vésperas do Dia das Mães. A data ainda movimenta muito dinheiro em lojas físicas, é claro, mas é cada vez mais nítido o crescimento do comércio eletrônico em épocas de comemorações como essa.

Somente no ano passado, por exemplo, as vendas online no Brasil somaram R$ 2,1 bilhões no Dia das Mães, segundo informações da Ebit, empresa especializada em varejo digital. O número representa um aumento de 12% em relação a 2017, ficando atrás apenas da Black Friday e do Natal em relação ao faturamento por vendas pela internet no ano.

Para os brasileiros, as lojas virtuais já são a segunda maior fonte de compra de presentes para a data, totalizando a preferência de quase um terço da população.

Além disso, para quem também tem um estabelecimento físico, é importante saber que o número de pessoas que faz buscas online antes de visitar as lojas aumenta em 43% na semana da data, de acordo com dados do Google Brasil.

Portanto, o negócio digital está consolidado hoje como uma grande fonte de conversão e referência para decisão de compra. Dessa forma, é essencial garantir que o seu site ofereça a melhor experiência possível aos seus clientes.

Experiência do cliente é a chave

Até 2020, a experiência do consumidor deve superar fatores como preço e produto como o principal diferencial das marcas. É o que indicam os números do relatório Walker 2020 Customers, que mostram que criar uma jornada envolvente para o consumidor é fundamental para a estratégia de negócios de qualquer empresa.

Esse indicativo mostra a importância de se pensar na sua estrutura digital antes de qualquer coisa, ou seja, não adianta oferecer grandes descontos e criar promoções incríveis se ninguém conseguir usar o seu site.

Dados da “Pesquisa Nacional do Varejo Online, E-Commerce Brasil e Sebrae” mostram que 34% dos consumidores online brasileiros abandonam os carrinhos sem finalizar a compra.

Os principais motivos são baixa navegabilidade, usabilidade ruim, exigência de cadastro prévio e experiência mobile ruim, entre outras.

Além disso, uma das principais queixas dos consumidores em datas como o Dia das Mães é em relação à instabilidade nos sites. Com certeza você também já passou por essa situação: viu uma promoção legal, entrou no site, enfrentou problema com lentidão e desistiu da compra.

Para evitar esse tipo de transtorno para o cliente e, consequentemente, a perda de vendas, cada vez mais as empresas têm buscado produtos que reforcem a estrutura de sua loja virtual e consigam lidar diretamente com o aumento de tráfego.

Soluções em nuvem são um exemplo de como a tecnologia pode trabalhar com você para resolver esse tipo de problema. Com a nuvem, é possível suportar uma grande quantidade de visitas em um período específico, com estabilidade e por um preço que cabe no orçamento.

Pense no mobile

Além de deixar o seu portal todo estruturado para receber a maior quantidade de visitas possível e entregar uma boa experiência ao seu público, é importante atentar-se ao fato de que o celular é o principal meio de acesso à internet no Brasil.

Segundo o IBGE, 94% da população conectada usa o dispositivo móvel como principal aparelho de acesso. Além disso, de acordo com a Ebit, a participação do mobile no total de vendas já superior a 50% no Brasil.

Você precisa estar presente onde o seu público estiver. Portanto, é essencial que o site da sua empresa seja planejado para performar tão bem no desktop quanto na versão mobile, seja em funções de rapidez, usabilidade, resolução ou conteúdo.

No final das contas, a transformação digital é o que vai guiar as mudanças de consumo nos próximos anos e, para se destacar da concorrência, é preciso acompanhar e se antecipar a todas essas tendências e mudanças.

Considerar a tecnologia como parte fundamental da estratégia vai fazer a sua empresa se posicionar como um negócio digital, obter melhores resultados, conseguir vantagem competitiva e fidelizar cada vez mais clientes.

Quer saber mais sobre essa solução? Entre em contato com os nossos especialistas! Somos gold em todas as competências cloud da Microsoft.

Fonte: Microsoft