3 desafios de Cloud Computing para 2019

3 desafios de Cloud Computing para 2019

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É imperativo que as empresas vejam a cloud computing como um elemento crítico de sua competitividade, não apenas como custo a ser cuidadosamente gerenciado.

Como o papel tradicional dos executivos de tecnologia continua evoluindo, a única promessa garantida para 2019 é de mais pressão para entregar soluções que atendam às expectativas de clientes e parceiros.

No final do ano passado, segundo o IDC, quase metade dos gastos com TI foram baseados em nuvem, com uma previsão de atingir 60% de toda a infraestrutura de TI e 60-70% de todos os gastos com software, serviços e tecnologia até 2020.

É imperativo que as empresas vejam a computação em nuvem como um elemento crítico de sua competitividade, não apenas como um custo que precisa ser cuidadosamente gerenciado. Em 2019, as empresas terão que equilibrar as capacidades da mais nova tecnologia em nuvem, enquanto se concentram na segurança.

Aqui estão três tendências em computação em nuvem para as quais as empresas devem se preparar em 2019:

1. O número de serviços e soluções em nuvem (SaaS, PaaS, IaaS) continuará a aumentar

Haverá uma explosão de novos serviços e soluções em nuvem, e aqui estão algumas estatísticas para provar isso.

– O software como serviço baseado em assinatura (SaaS) apresentará um crescimento anual na ordem de 18% até 2020, de acordo com a Bain & Company.

– O investimento em plataforma como serviço (PaaS) crescerá de 32% em 2016 para 56% em 2019, tornando-se o setor de plataformas em nuvem que mais cresce, de acordo com a KPMG.

– O mercado de infraestrutura como serviço (IaaS) deverá atingir US $ 72,4 bilhões em todo o mundo até 2020, segundo o Gartner.

Se julgarmos pelas tendências atuais da computação em nuvem, o número de soluções em nuvem nos setores público e privado se expandirá ainda mais em 2019. Esperamos ver mais organizações aproveitando a simplicidade e o alto desempenho que a nuvem garante.

2. Mais empresas irão optar por soluções de nuvem híbrida

Fazer uma transição completa para a nuvem provou ser mais desafiador do que o previsto, então é aqui que as soluções de nuvem híbrida terão um papel importante. Com uma nuvem híbrida, as empresas podem fazer a transição para a nuvem em seu próprio ritmo, com menos risco e a um custo menor. Em 2019, mais empresas escolherão uma abordagem de nuvem híbrida que lhes permitirá acessar a eficiência e a eficácia das soluções em nuvem.

Essas nuvens podem ser sistemas multivendor ou uma mistura de nuvens privadas e públicas. Com a adoção da nuvem em seu auge, as empresas precisam entender as vantagens e desvantagens de cada uma das nuvens antes de tomar uma decisão que melhor se adapte a seus negócios.

3. Com o GDPR e LGPD, a segurança na nuvem se tornará mais confusa

Não é surpresa que a segurança continue a ser um problema com a tecnologia de nuvem, especialmente agora com a introdução das leis de proteção de dados GDPR na Europa e LGPD no Brasil. Dadas as vantagens da computação em nuvem, muitas empresas provavelmente se apressarão sem considerar seriamente as implicações de segurança.

De acordo com o Gartner, “até 2020, 99% das vulnerabilidades exploradas continuarão sendo conhecidas pelos profissionais de segurança e TI por pelo menos um ano”.

Em 2019, as empresas terão a difícil tarefa de garantir que suas práticas de dados atendam plenamente aos requisitos das leis de proteção de dados.

Impulsionados pela transformação digital, veremos mais e mais empresas migrarem para a nuvem no próximo ano, o que significa que as ameaças à segurança cibernética também aumentarão.

Oitenta e três por cento das cargas de trabalho da empresa estarão na nuvem até 2020 – 41% das cargas de trabalho corporativas serão executadas em plataformas de nuvem pública, enquanto outros 22% serão executados em plataformas de nuvem híbrida.

Garantir a conformidade da nuvem com as leis de proteção de dados não será uma tarefa fácil. Os resultados de uma pesquisa recente feita pela CommVault mostraram que apenas um pequeno número (12% das 177 organizações globais de TI pesquisadas) entende como o GDPR afetará seus serviços em nuvem. Esses resultados levantam a suposição de que as empresas que usam serviços em nuvem serão mais vulneráveis.

As grandes empresas e corporações enfrentarão mais desafios do que nunca para serem competitivas neste ambiente tecnológico em constante mudança. As tendências descritas acima são áreas críticas nas quais dedicar recursos para que elas permaneçam relevantes e garantam que seus produtos permaneçam na liderança do mercado em 2019.

Fonte: cio.com.br
Autor: Carlos Mattos é Chief Architect e Head of Technology and Innovation na GFT Brasil
Imagem: Shutterstock

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Nuvem ou on-premise, qual é a melhor opção?

Nuvem ou on-premise, qual é a melhor opção?

Migrar um negócio para cloud garante mesmo uma redução significativa dos custos operacionais de infraestrutura?

Analistas do Gartner destacam que a computação em nuvem é a base dos negócios digitais e pesquisas indicam que as ofertas de serviços e estrutura Cloud movimentarão mais de US$ 300 bilhões, até 2021. Mas será que, mesmo com todo esse crescimento, migrar um negócio para a nuvem é a melhor opção em termos de custos e resultados?

Antes de afirmar que a nuvem é a solução de todos os problemas, precisamos rever alguns conceitos. Proponho uma reflexão com uma analogia: Uber X carro próprio, que pode parecer estranho, mas não é. Assim com Cloud, a adoção de Uber ou outros aplicativos tem crescido, na busca pela conveniência e economia com mobilidade. Se compararmos o custo anual de um carro próprio, como valor de compra que fica imobilizado e desvalorizando, manutenção, seguro, combustível, estacionamento, impostos etc, e dividirmos pelo número real de horas que o utilizamos o carro, podemos chegar a conclusão que o Uber é a opção mais barata por hora. Mas se fizermos o contrário, alugarmos um Uber para ficar na garagem à nossa disposição, a conta se inverte e fica muito maior.

Nesse artigo quero analisar algumas das possibilidades que a nuvem oferece para diminuição de custos:

Hardware

Um servidor local, é como um carro na garagem, sempre à disposição e com todos os recursos que você precisa ou venha a precisar no futuro. Se hoje você precisa de um carro de 4 lugares e no futuro, com a família maior, precisar de 7, melhor comprar logo o de 7 e ter o recurso à disposição. Da mesma forma com um servidor local, o investimento deve contemplar o crescimento futuro em função da demanda de negócios.

Mesmo que você não adquira tudo que precisa na primeira compra, é sua responsabilidade manter a infraestrutura atualizada do ponto de vista de capacidade e tecnologia. A compra de hardware e sua manutenção exigem investimentos regulares e você estará sozinho com o fornecedor nesta negociação. Por outro lado, o provedor de serviços de nuvem, como tem um volume de compra muito maior, consegue condições melhores para o seu custo de infraestrutura que é rateado entre todos os seus clientes, na forma de serviços pagos pelo uso efetivo, no momento do uso, ou seja, economizamos no investimento e gastamos com despesas de uso efetivo, quando ele ocorre. Lembrou do Uber agora?

Software

A mesma analogia vale para Software básico que vem com o servidor, ou de plataformas como banco de dados ou soluções como ERP. O custo efetivo do uso é menor quando tudo é compartilhado, especialmente quando se avalia os serviços necessários para a manutenção e atualização. Enquanto isso, no caso do servidor em nuvem, o sistema será atualizado automaticamente a partir do back-end.

Não há necessidade de investir tempo extra e pagamento em atualizações de software pontuais, isso faz parte do serviço sendo consumido, pois o fornecedor é responsável por atualizações automáticas. O provedor de serviços em nuvem distribui eficientemente o custo de software entre todos os seus clientes. Na analogia do Uber, o que você quer é ir do local A para o B, não importa se o meio de transporte é de sua propriedade ou não, ou seja, a função final é o que interessa, que em última análise, é o papel do software.

Redes – Um negócio com servidores locais, sim, no plural, pois conforme sua empresa cresce, mais servidores são necessários, precisa de uma rede local implantada e mantida. A medida que essa rede de servidores cresce, mais custo e complexidade serão trazidos para o ambiente de TI interno, afim de garantir a operação dos negócios, às vezes com a demanda de um data center interno ou externo, ou seja, mais investimento.

Por outro lado, no caso da nuvem, bastam alguns serviços básicos locais e uma boa conexão web ou um link direto com seu provedor de nuvem. Assim, o custo da rede interna e com data center é reduzido. Na comparação com o Uber, isso representa a economia com os custos de garagem e com o IPVA, que paga pela manutenção das vias de acesso aos serviços de transporte.

Recuperação de dados e backup

A garantia da continuidade dos negócios é um dos assuntos mais sérios nos dias de hoje, levando-se em conta o nível de transformação digital que vem sendo adotado. Neste contexto, a recuperação de dados é necessária em casos de falha ou mesmo desastres e você é o responsável por fazer e manter íntegras as cópias backup de seus dados importantes. Este é um tipo de serviço que pode ser contratado com um provedor de serviços de nuvem, aí o seu papel passa a ser de gestor de um contrato de serviços externos para garantir o resultado que você precisa.

Aliás, este é um bom começo para experimentar serviços em nuvem, contratando desde backup simples até serviços mais elaborados de recuperação de desastres, que em algumas verticais como finanças e Telecom, além de críticos, são motivos de controles de auditoria e compliance. É mais ou menos como o carro reserva do seu seguro de veículo, um serviço à sua disposição que cumpre a mesma função do seu carro. Mas se você migrar seus servidores para a nuvem, o serviço de backup estará incluído no pacote, ou seja, o seguro do carro que o motorista do Uber usa, é de responsabilidade dele.

Gerenciamento da Energia

O gerenciamento de energia é outro requisito importante para um servidor e também para um data center. Da mesma forma que a infraestrutura de hardware e software, o seu abastecimento de energia é crucial para a operação e requer uma especialização e engenharia elétrica e não mais em TI, desde o projeto até a implementação, manutenção e mais crítico, a continuidade do abastecimento. Novamente, a implementação na nuvem significa que você não é diretamente responsável por todas as despesas. Tudo é responsabilidade do seu provedor de serviços de nuvem e você só precisa pagar suas próprias contas com os equipamentos de acesso em seu site.

Headcount

Você precisa contratar uma força de trabalho capacitada e experiente para cuidar de sua sala de servidores, maquinário e sistema operacional. A execução eficaz e o tratamento competente de erros só são possíveis garantindo a disponibilidade de pessoal profissional e qualificado. Se você for terceirizar a equipe, custará ainda mais caro para a empresa. Importante salientar que a quantidade de pessoas talvez seja menor, se você optar por contratar serviços em nuvem, mas a qualificação daqueles que ficarem será maior, pois há uma redução de atividades operacionais e um aumento de atividades de gestão de serviços.

Como vimos, há uma enorme diferença entre ter um servidor em nuvem e um on-premise, sendo que a diferença de investimentos pode ser facilmente calculada. Um provedor de serviços em nuvem pode distribuir as despesas entre seus clientes. Ainda assim, é muito mais barato do que uma solução local. Mas não se engane, se você não souber comprar seu espaço na nuvem, essa diferença pode “sair pela culatra e a aventura na nuvem custar mais caro do que em casa.

Para evitar este transtorno, informe-se, capacite-se e use serviços profissionais especializados no dimensionamento da solução em nuvem que você tem em mente. O conhecimento prévio neste caso, será o grande diferencial na implantação de uma solução em nuvem realmente efetiva.

Fonte: cio.com.br
Autor: Marco Carvalho – CEO da Matza Group
Foto: Shutterstock

 

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Cloud permitiu ao mercado processar dados e rodar aplicações em escala

Cloud permitiu ao mercado processar dados e rodar aplicações em escala

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Não é só uma tendência, mas uma realidade. A transformação digital é um momento que o mercado está vivenciando; e as empresas estão atentas à inovação e se movimentando neste sentido. Segundo informações do Gartner, as iniciativas digitais vão tomar a liderança na lista de prioridades dos CIOs em 2019, com 33% das empresas nas etapas de escala ou refino da maturidade digital? – um aumento de 17% com relação a 2018.

E foi a computação em nuvem e a conexão em rede que permitiu, pela primeira vez, que os negócios crescessem em velocidade exponencial. “A computação em nuvem e conexão em rede permitiram, pela primeira vez, que a digitalização fizesse com que os negócios evoluíssem em velocidade exponencial, e não mais linear, como nas outras revoluções industriais. Isso é, de fato, transformação digital”, explica o especialista em transformação digital, Andrea Iorio.

Segundo Iorio, o segredo dessa virada de chave está na capacidade de processamentos de dados e aplicações em larga escala. Para o especialista, estes elementos foram o que deram a chance para que os negócios tivessem uma escalabilidade cada vez maior.

Com a sua experiência prévia, como head LatAm do Tinder, que usava computação em nuvem para rodar a aplicação, o uso da nuvem foi essencial para a escalabilidade e processamentos de dados em big data. “Isso foi fundamental porque muito do sucesso do Tinder se deveu à nossa capacidade de processar uma grande quantidade de informações e otimizar o algoritmo do app em tempo real”, explica Iorio.

“Os algoritmos hoje em dia são a base de qualquer negócio digital. São eles que alimentam o big data para fornecer inteligência ao negócio em diversas frentes. E tudo isso só pode ser processado em larga escala com computação em nuvem”, aponta o especialista. “Trata-se de uma oportunidade como nunca se tinha visto antes”, afirma.

Dessa forma, de acordo com o Iorio, a importância da nuvem é fundamental para a transformação digital. Para diversos negócios. Desde as startups que, por sua vez, só podem crescer através de negócios conectados e em nuvem, pois o sucesso dela vem à medida que ela tiver uma grande base de usuários, e isso só subsiste com nuvem; até pequenas e médias empresas que podem se beneficiar da nuvem utilizando aplicações de baixo custo para gerenciar o próprio negócio, automatizar seu marketing etc – sem a necessidade de terem seus próprios servidores.

Já as grandes empresas, para o especialista, precisam estar antenadas a este movimento de forma crucial para a sustentabilidade de seus negócios. “Uma grande indústria pode não dar o devido valor à nuvem pelo fato do seu processo estar automatizado no offline. Porém, quando ela conecta todos os pontos de sua cadeia na nuvem, isso vira ouro. Esses dados alimentam algoritmos e permitem a aplicação de inteligência artificial e novas tecnologias”, explica Iorio.

O especialista aponta que a nuvem nos permite estarmos conectados e que a vantagem de uma empresa estar integrada em toda a sua cadeia de valor fecha um círculo em termos de dados, da correlação entre todos os processos do negócio e de seus momentos de geração de valor – algo que não podia ser feito antes.

Além disso, para ele, as empresas não podem incorrer no erro de olhar para a nuvem ou rede como um fim, mas como um meio de tornar os seus negócios mais rentáveis, sustentáveis e competitivos. “Não é a tecnologia como fim, mas a tecnologia como meio”, define Iorio.

No entanto, é evidente o desafio das empresas em inovar e criar estratégias que fomentem a transformação digital de maneira distintiva. A consultora americana CB Insights realizou uma pesquisa com executivos de grandes corporações; 85% deles afirmam que é importante inovar, porém, 78% deles que admitem que buscam apenas mudanças incrementais ao invés de iniciativas realmente disruptivas.

“Como especialista em transformação digital, executivo e investidor, tenho visto cada vez mais negócios experimentando as diversas potencialidades que a nuvem proporciona, desde o momento de produção, lá na indústria, até a ponta, com o marketing e vendas. E se existe algo que posso afirmar, como tendência, é que a próxima onda que a nuvem proporcionará, por meio do big data e de algoritmos, é a experiência 100% personalizada em larga escala. Como um e-commerce, por exemplo, que poderá oferecer uma experiência de compra completamente única para cada um de seus milhares ou milhões de consumidores. Se isso hoje ainda não é possível, em breve será”, conclui o especialista.

Foto: Shutterstock
Fonte: cio.com.br

 

Dia das Mães: O seu e-commerce está pronto para a data?

Dia das Mães: O seu e-commerce está pronto para a data?

Foi-se o tempo em que os shopping centers e os comércios de rua ficavam completamente lotados às vésperas do Dia das Mães. A data ainda movimenta muito dinheiro em lojas físicas, é claro, mas é cada vez mais nítido o crescimento do comércio eletrônico em épocas de comemorações como essa.

Somente no ano passado, por exemplo, as vendas online no Brasil somaram R$ 2,1 bilhões no Dia das Mães, segundo informações da Ebit, empresa especializada em varejo digital. O número representa um aumento de 12% em relação a 2017, ficando atrás apenas da Black Friday e do Natal em relação ao faturamento por vendas pela internet no ano.

Para os brasileiros, as lojas virtuais já são a segunda maior fonte de compra de presentes para a data, totalizando a preferência de quase um terço da população.

Além disso, para quem também tem um estabelecimento físico, é importante saber que o número de pessoas que faz buscas online antes de visitar as lojas aumenta em 43% na semana da data, de acordo com dados do Google Brasil.

Portanto, o negócio digital está consolidado hoje como uma grande fonte de conversão e referência para decisão de compra. Dessa forma, é essencial garantir que o seu site ofereça a melhor experiência possível aos seus clientes.

Experiência do cliente é a chave

Até 2020, a experiência do consumidor deve superar fatores como preço e produto como o principal diferencial das marcas. É o que indicam os números do relatório Walker 2020 Customers, que mostram que criar uma jornada envolvente para o consumidor é fundamental para a estratégia de negócios de qualquer empresa.

Esse indicativo mostra a importância de se pensar na sua estrutura digital antes de qualquer coisa, ou seja, não adianta oferecer grandes descontos e criar promoções incríveis se ninguém conseguir usar o seu site.

Dados da “Pesquisa Nacional do Varejo Online, E-Commerce Brasil e Sebrae” mostram que 34% dos consumidores online brasileiros abandonam os carrinhos sem finalizar a compra.

Os principais motivos são baixa navegabilidade, usabilidade ruim, exigência de cadastro prévio e experiência mobile ruim, entre outras.

Além disso, uma das principais queixas dos consumidores em datas como o Dia das Mães é em relação à instabilidade nos sites. Com certeza você também já passou por essa situação: viu uma promoção legal, entrou no site, enfrentou problema com lentidão e desistiu da compra.

Para evitar esse tipo de transtorno para o cliente e, consequentemente, a perda de vendas, cada vez mais as empresas têm buscado produtos que reforcem a estrutura de sua loja virtual e consigam lidar diretamente com o aumento de tráfego.

Soluções em nuvem são um exemplo de como a tecnologia pode trabalhar com você para resolver esse tipo de problema. Com a nuvem, é possível suportar uma grande quantidade de visitas em um período específico, com estabilidade e por um preço que cabe no orçamento.

Pense no mobile

Além de deixar o seu portal todo estruturado para receber a maior quantidade de visitas possível e entregar uma boa experiência ao seu público, é importante atentar-se ao fato de que o celular é o principal meio de acesso à internet no Brasil.

Segundo o IBGE, 94% da população conectada usa o dispositivo móvel como principal aparelho de acesso. Além disso, de acordo com a Ebit, a participação do mobile no total de vendas já superior a 50% no Brasil.

Você precisa estar presente onde o seu público estiver. Portanto, é essencial que o site da sua empresa seja planejado para performar tão bem no desktop quanto na versão mobile, seja em funções de rapidez, usabilidade, resolução ou conteúdo.

No final das contas, a transformação digital é o que vai guiar as mudanças de consumo nos próximos anos e, para se destacar da concorrência, é preciso acompanhar e se antecipar a todas essas tendências e mudanças.

Considerar a tecnologia como parte fundamental da estratégia vai fazer a sua empresa se posicionar como um negócio digital, obter melhores resultados, conseguir vantagem competitiva e fidelizar cada vez mais clientes.

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Fonte: Microsoft

 

 

 

 

5 prioridades para empresas escolherem seus fornecedores de cloud

5 prioridades para empresas escolherem seus fornecedores de cloud

fornecedores de cloud

Para muitas empresas, selecionar um fornecedor de nuvem adequado para a hospedagem de infraestrutura, aplicações e dados pode ser um processo complicado. Afinal de contas, não há dois fornecedores de Nuvem iguais e a falta de uma estrutura para avaliação faz com que definir o fornecedor correto seja um desafio real para executivos e líderes de Infraestrutura e Operações (I&O).

“Escolher e gerenciar ofertas de Nuvem é uma habilidade essencial para os líderes de I&O, dado o papel central da Computação em Nuvem nas iniciativas da próxima geração, como negócios digitais, Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial”, diz Elias Khnaser, diretor de Pesquisa Sênior do Gartner, empresa de pesquisa e aconselhamento para empresas. “Avaliar esse cenário é uma questão imprescindível. Ainda mais porque, em alguns anos, essas companhias não vão querer olhar para trás com pesar, uma vez que as escolhas definidas agora podem ter um impacto duradouro também no futuro”, diz.

Para que as empresas tenham sucesso na definição de seus futuros fornecedores de serviços em Nuvem, o Gartner indica que os executivos de tecnologia e de I&O sigam cinco prioridades na hora de realizar a seleção, compra e implantação de ofertas de nuvem:

Prioridade 1

Pesquisar os recursos e características das principais ofertas dos fornecedores de Nuvem 

Ao selecionar um fornecedor de Cloud, as empresas devem considerar como a arquitetura técnica dos fornecedores se integrarão aos fluxos internos de trabalho, avaliando os efeitos imediatos e no futuro. É preciso que as companhias se lembrem de que as arquiteturas técnicas das principais plataformas de Nuvem são grandes, complexas e geralmente difíceis de entender. Além disso, os detalhes técnicos das ofertas desses fornecedores geralmente são modelos com restrições de uso.

“Apesar desses desafios, é importante determinar os principais componentes das arquiteturas disponíveis, avaliando como esses recursos atendem as operações das companhias e de que maneira as características gerais desses fornecedores afetam a performance da solução no geral. Os líderes de I&O devem priorizar as ferramentas que incluem autoatendimento, elasticidade, acesso à rede, segurança, conformidade regulatória e capacidades operacionais”, afirma Khnaser.

Prioridade 2

Entender como as ofertas de nuvem se comparam a seus principais requisitos e critérios Antes de escolher um fornecedor de nuvem, as organizações precisam analisar como as ofertas desses fornecedores se alinham com os requisitos e critérios internos de suas operações. Por exemplo, ao escolher um serviço de Nuvem Pública, os requisitos de entrada padrão são geralmente a simplicidade, desempenho, um amplo conjunto de recursos e custo competitivo. No entanto, muitos clientes estão indo além desses requisitos para escolher quais serão seus fornecedores estratégicos de longo prazo.

Entretanto, quando se trata de infraestrutura como serviço (IaaS) e aplicações de plataforma como serviço (aPaaS), as principais áreas a serem avaliadas são um pouco diferentes. O Gartner indica que, nas ofertas de IaaS, as empresas considerem fatores como capacidade de computação, agilidade de rede, opções de armazenamento, segurança e nível de suporte. Para as ofertas aPaaS, as principais considerações incluem a análise dos componentes de arquitetura de aplicativos, ferramentas para desenvolvedores, arquitetura de virtualização e hospedagem, além de implantação de código, gerenciamento de ciclo de vida, escalabilidade e disponibilidade.

Prioridade 3

Avaliar as condições para reduzir os riscos de segurança e conformidade

 À medida que as organizações aumentam sua adoção de ofertas em Nuvem Pública, a necessidade de obedecer às regras de privacidade de dados e regulamentadoras que regem o processamento de dados aumenta. O Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR), que entrou em vigor em 2018 vale para todas as organizações que processam e armazenam dados pessoais de qualquer pessoa que resida na União Europeia, independentemente do local. Com isso em mente, os líderes de I&O devem aprender sobre a abordagem dos fornecedores de nuvem em relação ao GDPR e quais são as ferramentas que eles fornecem para a conformidade dos dados coletados e administrados.

Prioridade 4

Encontrar uma estrutura preparada para adquirir ferramentas de plataformas de gerenciamento em Nuvem modernas e atualizadas

Graças à rápida adoção de serviços em nuvem, as empresas de Cloud Computing estão continuamente lançando novas ferramentas e serviços nativos. Por sua vez, esse movimento de inovação constante está aumentando a importância das plataformas e ferramentas de gerenciamento de Nuvem. Como resultado, as organizações são aconselhadas a criar um conjunto de critérios preparado para avaliar as soluções de Nuvem, bem como uma estratégia capaz de orientar e acompanhar as estratégias de seleção e implementação de recursos de TI.

Prioridade 5

Conhecer as opções de processos e de arquiteturas para implementar a governança dos serviços em nuvem

As empresas geralmente priorizam as decisões relativas à funcionalidade da infraestrutura, ao invés de avaliar as questões sobre o planejamento de escalabilidade e o suporte técnico de longo prazo. No entanto, é essencial que os líderes de I&O reservem um tempo para se preparar para a governança dos serviços em nuvem. “Uma estratégia eficaz de governança de TI e design de contas em nuvem fornece aos líderes de I&O a capacidade de dimensionar as estruturas de maneira correta, além de ajudar a reduzir as complexidades do gerenciamento de rede. Ao propor um planejamento direcionado, é possível que as companhias evitem a necessidade de uma adaptação abrangente e disruptiva da infraestrutura pouco tempo após a transformação do ambiente uma plataforma de produção crítica”, afirma Khnaser.

Fonte: www.itforum365.com.br

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Computação em nuvem: o que esperar em 2019 e nos anos seguintes

Computação em nuvem: o que esperar em 2019 e nos anos seguintes

Cloud Computing

A Cloud Computing é agora vista em toda a organização como uma oportunidade estratégica. A opinião antiquada de que a nuvem simplesmente reduz os custos foi ofuscada pelos principais benefícios para os negócios, disseram CIOs e especialistas do setor à IDG Connect.

Líderes de tecnologia e de negócios em serviços financeiros, viagens, setor público e provedores de serviços de próxima geração concordam com os analistas David Mitchell Smith, do Gartner, e Paul Miller, da Forrester, que a próxima década de adoção da computação em nuvem será caracterizada pelo aumento no ritmo e na agilidade das empresas no uso da tecnologia através de novos recursos.

No final de 2017, a Forrester descobriu que, globalmente, as organizações estavam usando apenas a nuvem para 50% da provisão de TI. À medida que 2018 se aproxima do fim, Paul Miller, da Forrester, diz que houve um pequeno aumento, que será publicado em um relatório ainda este ano. (A análise da Forrester não incluiu ferramentas SaaS – Software-as-a-Service)

“A nuvem tornou-se dominante e tornou-se parte do tecido, em vez de algo no qual as pessoas apenas prestavam atenção”, diz David Mitchell Smith, analista do Gartner. “Para maximizar o valor dos investimentos na nuvem, os CIOs devem educar seus CEOs e diretores sobre a necessidade de investir no modelo como um estilo de computação que gera maior velocidade, agilidade e inovação”.

“Não há um modelo definido de adoção”, diz o CIO da Polícia Metropolitana Angus McCallum, a maior força policial do Reino Unido. McCallum, que está no cargo desde janeiro de 2016, acrescenta que, como CIO, você não pode prever de onde virão as taxas de adoção. “Às vezes os velhos gostam dos novos métodos e modelos”, diz ele.

Mudando modelos

Um aumento no uso de ferramentas SaaS (Software-as-a-Service, software como serviço) está acelerando a taxa de uso da Cloud Computing nas empresas. A pesquisa da Forrester concentrou-se na nuvem como plataforma, fornecendo à empresa Infraestrutura como serviço (IaaS) e Plataforma como serviço (PaaS). Mas Miller, da Forrester, diz que a ascensão do SaaS e, em particular, implementações iterativas e bem sucedidas, estão contribuído muito para o crescimento geral de adoção da nuvem nas organizações.

“Estamos vendo uma maior profundidade de investimento. Eles passaram pelas devidas fases diligência e dúvidas quanto à segurança e descobriram o que está envolvido no DevOps, no uso de containers e nas habilidades que a organização exige.

“Há um relacionamento interessante de cortesia na mudança para PaaS e IaaS, se você também estiver usando SaaS. Você acessará os dados de duas direções diferentes, por exemplo, usando o Workday RH hospedado na Amazon Web Services (AWS)”, diz Miller. Agora estão olhando para perceber os benefícios de uma maior integração das plataformas de nuvem. “Pode haver uma capacidade de reduzir os custos de transferência de dados.”

Como o SaaS complementa o IaaS e o PaaS, o poder e a flexibilidade da Cloud também permitem que os CIOs explorem a nova onda de tecnologias e seu impacto estratégico nas organizações. Simon Evans, CTO com especialidade em implementação de nuvem, está vendo CIOs em uma ampla variedade de setores adotarem ou planejarem o uso da Edge Computing: “Edge é sinônimo de localização – onde você coloca as coisas para complementar a computação em nuvem”, diz ele. Diz respeito a dispositivos conectados aumentando as oportunidades para as organizações.

Evans diz que a adoção do Edge é devida, em parte, ao entendimento das organizações de que as estratégias precisam ser “cloud first” e, como resultado, a empresa de cloud Amido está vendo as ferramentas nativas da nuvem aumentando em todas as organizações.

O aumento da Edge Computing aumentará os níveis de coleta de dados das organizações. Stuart Birrell, CIO do aeroporto de Heathrow, vê a nuvem como essencial para permitir que o maior e mais movimentado aeroporto do Reino Unido administre os níveis de dados que está criando, mas, mais importante, descubra insights a partir dos dados. Birrell diz que o Heathrow está usando a plataforma de dados do Microsoft Azure como um “hub de dados” para o aeroporto.

“Colocamos vários serviços de negócios e os colocamos no hub de dados do Azure. Em seguida, usamos as ferramentas do Microsoft PowerBI. É preciso muitas etapas para colocar as pessoas em seus voos”, diz ele sobre como o Heathrow está usando seus níveis de dados e ferramentas baseadas em equipamentos para garantir que os passageiros cujos voos estão atrasados ​​sejam remarcadas para novas viagens.

O Heathrow também adotou ferramentas SaaS, como Microsoft Office 365 e Microsoft PowerApps, para permitir que funcionários da linha de frente acessem ferramentas básicas de produtividade onde quer que estejam e, ainda, desenvolver aplicativos usando o repositório de dados para melhorar seus processos de negócios.

Birrell faz o backup das descobertas da Forrester. O CIO do aeroporto tem plataformas consolidadas, o que, segundo ele, significa que o negócio baseado em Londres pode “fazer mais com os dados” que possui: “O que funciona é ter os dados em um único lugar para ajudar a tomar decisões”.

Olhando para a frente

Evans, da Amido, acredita que essa adoção da computação em nuvem, que o Gartner descreve como a “segunda década da nuvem”, verá: “Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML) ganham força.” As duas tecnologias estão obtendo uma grande quantidade de cobertura, debate e publicidade, mas Evans diz que essas tecnologias, assim como a Edge Computing, estão se tornando uma realidade estratégica para os CIOs. As organizações que precisam entender os dados estruturados e não estruturados para ajudar na tomada de decisões e na análise de tendências estão usando o SO e o ML que os serviços em nuvem oferecem para iniciar a adoção da IA e do ML.

Evans prevê que “2019 continuará a ver esta tendência expandir-se, com as empresas mainstream construindo soluções IA como parte de suas estratégias digitais. A maior aceitação será quando as empresas que estão usando IA tirarem mais tarefas domésticas de seres humanos e aplicarem um nível de inteligência ainda não tão alto aos processos de negócios”.

Evans também está vendo as organizações amadurecerem no uso da nuvem, passando de um “provedor de serviços de nuvem” com serviços SaaS adicionais para “muitos ambientes híbridos e multi-cloud onde os clientes usam várias nuvens primárias dos grandes fornecedores: AWS, Google Cloud ou Microsoft Azure.”

Evans acredita que o benefício dessa diversidade é que ela é “mais fácil de fazer, graças a microsserviços, ferramentas de containers e provedores de serviços em nuvem abraçando a padronização. Em parte porque as pessoas estão percebendo que não querem ficar presas a um mesmo provedor de nuvem, como chegou a acontecer nos últimos cinco anos”.

Mark Collins, CIO do Reino Unido para a empresa de seguros européia Ageas, concorda com analistas que os casos de uso para computação em nuvem aumentam o tempo todo. “A jornada para a nuvem continua e as opções são bastante significativas”, diz ele.

Fonte: cio.com.br
Foto: Shutterstock