Simplificando a Cloud para iniciantes e leigos

Simplificando a Cloud para iniciantes e leigos

cloud computing

A computação em nuvem, ou cloud computing que é seu termo original em inglês, está revolucionando a forma de fazer negócios de grandes, médias e pequenas empresas. O trabalho home office ficou muito mais comum e acessível para colaboradores com o aumento do uso da cloud. Se antes precisávamos de um prédio para alocar os colaboradores e gerenciar o fluxo de trabalho, hoje é possível que equipes com membros em todos os lugares do mundo trabalhem no mesmo projeto com a mesma velocidade de comunicação que equipes que estão no mesmo espaço físico. E admirem-se, com muito mais eficiência.

Mas afinal, aonde é a nuvem?

Essa é a pergunta que não quer calar… A nuvem nada mais é que um computador que não está fisicamente no mesmo lugar que você. Aí você me pergunta: Então eu posso ter a minha nuvem? E a resposta é sim! Se você tiver um computador que sua equipe acesse de qualquer lugar, você tem um computador em nuvem.

Agora, a questão mais importante é entender a diferença entre ter a sua estrutura interna em nuvem e contratar uma nuvem externa.

Em sua estrutura local todo o gasto de hardware, equipe técnica, eletricidade para o computador e para o ar condicionado, manutenção, licença de software e link de internet é por sua conta, além de equipe técnica especializada para lidar com o hardware e as configurações deste servidor. Quando compramos um servidor temos que levar em consideração um aumento dos serviços e utilização de disco, memória e processamento para os próximos cinco anos. Afinal de contas, migrar de servidor conforme a empresa crescer é algo no mínimo muito custoso.

Levando em consideração um velho ditado na área de infra “Quem tem um, não tem nenhum!”, duplique esse custo todo por dois! Esse é o cenário mínimo para que você não tenha problemas com paradas e fique sem acesso aos softwares e serviços utilizados na empresa.

Nuvem Externa

Na nuvem terceirizada você aloca mensalmente toda a estrutura (hardware, equipe técnica, eletricidade para o computador e para o ar condicionado, manutenção, licença de software e link de internet), com a diferença que você pode começar com um servidor com as configurações para esse momento da sua empresa e aumentar ou diminuir o hardware a qualquer momento conforme a demanda. Toda a estrutura do seu servidor na nuvem externa é preparada para ter redundância e garantir alta disponibilidade.

Empresas possuem períodos de pico sazonais, ou seja, em períodos que você precise de mais desempenho devido a demanda, você melhora suas configurações de hardware, retornando para configurações mínimas quando passar esse período. E isso acontece em questão de minutos.

Essa elasticidade diminui os custos. Pesquisa da Silicon ANGLE, portal de notícias de tecnologia, mostra que 82% das empresas reduzem custos operacionais de imediato a partir do momento em que passam a usar a computação em nuvem.

Em questões de segurança, todos os acessos a sua nuvem são registrados, seu servidor é acessível de qualquer lugar do mundo por um ou mais links muito melhores que os links comuns utilizados em pequenas e médias empresas. E seu servidor já vem com quantos IP fixos você precisar!

A nuvem ainda traz a possibilidade de você não ter um computador inteiro, tudo depende da maneira que você precisa utilizar a tecnologia. Por exemplo, se seu negócio depende apenas de compartilhamento de arquivos, a solução ideal é um Storage.

Nuvem Pública ou Nuvem Privada

Existem muitas dúvidas em relação a exata diferença entre nuvem pública ou privada e até mesmo uma confusão de nuvem privada interna e nuvem privada externa.

Na nuvem privada interna é aquela que mencionei anteriormente em que a sua estrutura de TI tem acesso externo, mas a infraestrutura é sua.

Na nuvem privada externa, você recebe sua infraestrutura como serviço (IaaS), ou seja, paga mensalmente para utilizar um computador inteiro em formato de locação com todos os serviços inclusos. Neste caso, se você for ao seu Data Center, o pessoal da TI vai te mostrar o computador que é seu!

Quando falamos de nuvem pública, não significa que seu servidor tenha acesso público, e sim que seu servidor está virtualizado em um servidor físico junto a muitos outros servidores de outras empresas. Compartilhar recursos como processamento, disco e memória diminui o custo do servidor e na questão de segurança não há risco de um acessar o que é do outro, pois quando virtualizamos servidores dentro de um servidor físico, os servidores virtuais se comportam como máquinas físicas e não existe risco de um outro servidor acessar seus arquivos.

O mundo está mudando e a forma de fazer negócios também está. As coisas acontecem cada vez mais rápido e se a tecnologia garante rapidez, eficiência e segurança na execução dos processos é algo que vale a pena pensar.

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Fonte: profissionaisti.com.br
Autora: Eveline Luconi Popi

 

 

 

4 dicas para calcular o custo da migração para a nuvem

4 dicas para calcular o custo da migração para a nuvem

Há uma série de fatores a considerar quando você está contemplando um movimento para a nuvem, mas o custo certamente está no topo da lista. É comum ouvirmos que a a nuvem torna o CAPEX em despesas operacionais flexíveis (OPEX). Mas sua empresa pode não querer isso. Há empresas que preferem o modelo de operação com custos fixos, por força de questões fiscais.

Fazer comparações diretas entre custos de TI internos e investimentos em cloud computing é uma tarefa extremamente complicada. Um dos maiores erros, por exemplo, acontece quando tenta-se comparar um servidor de nuvem com uma máquina física. Além disso, a migração pode exigir  que as empresas reescrevam aplicações para operar em um ambiente virtualizado e reformatem os dados para atender ao formato SaaS. E esse custo também deve ser considerado.

No fundo, o cálculo do custo da migração é mais difícil do que parece. Veja como fazê-lo direito:

1. Faça uma auditoria de seus custos atuais com a infraestrutura de TI

Uma compreensão completa da escala de suas operações atuais é imperativa, e uma auditoria de infraestrutura é a primeira coisa que você deve fazer. A auditoria revelará o que você está pagando atualmente para executar os processos de TI. Essa linha de base ajudará a detalhar o custo potencial dos recursos da nuvem que você consumirá.

Você deve ter uma abordagem holística e considerar o custo total de usar e manter o seu investimento em TI on premise ao longo do tempo (fala-se em um horizonte de, no mínimo, dois anos), e não apenas o que você paga pela infraestrutura. Este cálculo incluirá custos diretos e indiretos.

* Custos diretos. Os custos diretos são relativamente fáceis de calcular, pois atingem diretamente o seu balanço. O primeiro inventário de custos diretos inclui o hardware e o software. Quanto você paga (ou pagou) por seus servidores físicos, licenças de software, contratos de manutenção, garantias, suprimentos, material, peças sobressalentes e qualquer outra coisa? Todos esses custos devem ser totalmente documentados, e você pode acessá-los pela faturas que o seu departamento de contabilidade deve ter, ordens de compra e registros de pagamento.

Enquanto você estiver no modo de coleta de dados, você também deve descobrir a quantidade de largura de banda e capacidade de armazenamento que você consome. Além disso, será importante identificar os detalhes de sua infraestrutura, como o número de servidores que você usa, os tipos de bancos de dados que você usa e a capacidade de armazenamento. Você usará essas informações ao calcular seus custos estimados de infraestrutura em nuvem nas próximas etapas.

O segundo tipo de custos diretos são os custos operacionais. Estes podem incluir:

– Custo de trabalho para manutenção de seus servidores, bancos de dados e outras tecnologias;
– Custo para manter as instalações que abrigam hardware, como imóveis, pessoal e outros custos relacionados;
– Custo da conectividade com a Internet;
– Quaisquer outros custos que possam ser atribuídos ao cuidados com os seus sistemas.

Finalmente, você deve incluir os custos administrativos necessários para manter seu departamento de TI. Estes podem incluir os recursos de outros departamentos em sua organização – Recursos Humanos, Compras, Finanças, para citar alguns – dedicados ao gerenciamento de sua equipe de TI interna e externa.

Você pode considerar esses custos como periféricos, pois eles podem não atingir o balanço do departamento de TI diretamente. Mas a contratação, treinamento e gerenciamento de funcionários de TI e consultores externos pode sair caro, e outros departamentos podem estar dedicando muitos recursos para isso. Assim, esses custos devem ser considerados no âmbito da migração para a nuvem.

Para estimar esses custos administrativos, você pode entrevistar funcionários-chave nesses departamentos e verificar logs de treinamento para chegar ao número total de horas gastas, em seguida, multiplicar este total por uma média de salário/hora.

* Custos indiretos. Os custos indiretos, embora mais difíceis de calcular, são tão importantes quanto os custos diretos. O maior custo indireto é a perda de produtividade sofrida por seus funcionários e clientes se sua infraestrutura de TI ficar indisponível. Para calcular esses custos, você pode analisar os arquivos de log para determinar a freqüência com que seus servidores ficam lentos, sobrecarregados ou fora do ar e por quanto tempo e multiplicar esse tempo por uma taxa horária média. Se você puder estimar a receita perdida devido ao tempo de inatividade, esse custo também deve ser incluído.

A situação de custo indireto de cada empresa será diferente. Os custos indiretos podem ser difíceis de estimar, mas são muito importantes de considerar, pois podem representar uma parcela significativa dos custos globais de TI.

2. Considere os custos estimados para a infraestrutura de nuvem

Depois de determinar os custos atuais, é hora de calcular seus custos potenciais de infraestrutura em nuvem. Sua auditoria deve fornecer uma sólida compreensão da capacidade de rede, armazenamento e banco de dados necessária para executar os aplicativos que você deseja migrar para a nuvem.

Estimar o cloud pricing costumava ser extremamente complicado, mas  os provedores de infraestrutura em nuvem simplificaram suas estruturas de preços para que os clientes potenciais possam compreendê-los mais facilmente. Existem muitas calculadoras de custos em nuvem disponíveis para dar uma ideia dos custos de infraestrutura em nuvem, independentemente de você já ter ou não selecionado um provedor de nuvem . Aqui está um exemplo: Calculadora de preços do Microsoft Azure

3. Estime os custos de execução na migração para a nuvem

O próximo passo é contabilizar os custos envolvidos na execução da migração de suas operações de TI para a nuvem. O escopo de sua atual infraestrutura de TI e quanto planeja mudar para a nuvem determinará o custo do processo de migração.

Aqui estão os componentes a serem considerados:

* Mover dados para a nuvem. Mover dados para a nuvem é uma das etapas mais importantes de qualquer migração. Os provedores de nuvem cobram taxas pela transferência de dados para seus sistemas, portanto esses custos de rede devem ser contabilizados.

* Integração e teste de aplicativos. Infelizmente, algumas aplicações simplesmente não estão prontas para a nuvem. Quer se trate de grandes sistemas de ERP com funcionalidades e funcionalidades que dependem de servidores on -premise ou de software herdado que existe há anos, o custo de integrar e testar estas aplicações depois de as transportar para a nuvem deve ser levado em conta.

A primeira coisa que você deve fazer é compreender como essas plataformas interagem com seus sistemas operacionais e infraestrutura atuais. Em seguida, você deve determinar as alterações que você precisará fazer para que esses sistemas funcionem bem em seu novo ambiente em nuvem. Então é hora de fazer essas alterações e testar os aplicativos.

* Gastos com consultoria. Uma compreensão completa dos pontos fortes e fracos da sua empresa em relação à computação em nuvem e à migração determinará se você precisa da ajuda de especialistas em nuvem. Então você pode estimar os custos do tempo desses especialistas com base no nível de assistência que você precisa.

4. Estime os custos adicionais pós-migração

O que você terá que pagar depois que a migração para a nuvem estiver concluída? Você terá que pagar os custos de infraestrutura mensal. Mas você também deve levar em conta os custos diretos e indiretos necessários para manter e melhorar seu novo ambiente em nuvem e muitos deles continuarão a ser pagos após a conclusão da migração inicial. Custos como integração contínua e testes de aplicativos, treinamento, trabalho, segurança e conformidade, administração e outros precisam ser previstos para determinar um orçamento pós-migração preciso.

Considere custos versus benefícios tangíveis e intangíveis
Depois de calcular todos os custos, você pode chegar a um número bem grande. No entanto, é provável que o número seja menor do que todos os custos que você tem atualmente para manter a infraestrutura local. Economia de custos é uma grande razão pela qual você gostaria de migrar para a nuvem, em primeiro lugar, não é?

Mas além de economizar custos, considere que a nuvem também traz uma série de benefícios intangíveis que podem ser difíceis de mensurar diretamente. Permitirá que sua organização seja mais flexível e ágil para que você possa testar e lançar produtos de forma mais rápida e reagir melhor  às mudanças nas condições do mercado.

Determinar o custo e os benefícios da nuvem requer uma abordagem estratégica holística, por isso é importante compreender e explicar todos os fatores diretos e indiretos que entram em uma migração para a nuvem.  Fale com os nossos especialistas! Somos Gold em todas as competências de nuvem da Microsoft.

Fonte: http://cio.com.br

 

 

Testes na nuvem podem gerar valor? Saiba como usufruir dos benefícios da tecnologia

Testes na nuvem podem gerar valor? Saiba como usufruir dos benefícios da tecnologia

O futuro está na nuvem, com as empresas adotando estratégias de nuvem híbrida através de serviços fornecidos por um mix de provedores. No entanto, independentemente dos serviços de nuvem utilizados ou do setor onde operam, todas as empresas possuem objetivos comuns: que os seus aplicativos de negócios proporcionem uma experiência de qualidade aos usuários, em quaisquer condições; que esses aplicativos sejam seguros e resilientes; e que operem da maneira mais eficiente possível.

Responsabilidade compartilhada
No entanto, esses objetivos nem sempre são fáceis de alcançar. Embora o provedor tenha que oferecer uma fundação sólida para aplicações seguras e de alto desempenho, a empresa precisa assumir a responsabilidade pela segurança, disponibilidade, desempenho e gerenciamento dos processos associados a esses aplicativos, pois esta responsabilidade não pode ser ignorada. Além disso, a empresa também é responsável pela configuração e gerenciamento adequados dos controles de segurança fornecidos pelos provedores de nuvem.

Vamos analisar os desafios que as empresas enfrentam para garantir a segurança dos seus aplicativos de nuvem e para proporcionar uma experiência rentável e de qualidade ao usuário.

Desafio nº1:  Segurança na nuvem
Segurança adequada na nuvem é um desafio por três motivos. Primeiro: tanto nos ambientes in situ quanto na nuvem, é difícil entender os níveis atuais de segurança de uma empresa, as áreas que requerem proteção adicional e onde há vulnerabilidades em potencial. Como há um número cada vez maior de produtos e plataformas de segurança para gerenciar em ambientes híbridos complexos, é muito difícil obter uma visão única e abrangente dos procedimentos de segurança. Segundo: a natureza altamente dinâmica dos ambientes de nuvem, somada às crescentes ameaças cibernéticas, exige que a segurança nesses ambientes também seja flexível e fluida – ou seja, as políticas precisam ser ampliadas em linha com as infraestruturas que elas estão protegendo. Terceiro: devido à falta de especialistas em segurança no mercado, as equipes de TI precisam se desdobrar para gerenciar as ferramentas e os processos dentro do ambiente híbrido.

As soluções de segurança na nuvem também geram um grande volume de eventos de segurança, dificultando ainda mais a priorização e a remediação de riscos.

Desafio nº2:  Experiência do usuário
Aplicativos diferentes possuem ANS e expectativas dos usuários diferentes (pense na diferença entre um Sandbox de treinamento e os aplicativos de varejo online em tempo real). A experiência do usuário geralmente é baseada em dois aspectos: o desempenho do aplicativo e a disponibilidade do serviço.  Se esses elementos forem comprometidos, a insatisfação do usuário pode rapidamente transformar-se em prejuízos para a empresa.

Apesar disso, a complexidade das escolhas de múltiplos designs na nuvem pública – desde arquiteturas de hardware até tipos de ocorrência otimizados para diferentes aplicativos – dificulta a garantia de uma experiência de usuário mais consistente. Fatores como o aplicativo ser hospedado numa infraestrutura de nuvem subjacente; a conectividade de rede entre o usuário e o aplicativo; o desempenho dos elementos de operação do aplicativo (por exemplo, balanceadores de carga de sessão); e o design e arquitetura do aplicativo podem afetar a experiência do usuário.

Desafio nº3:  Custo e eficiência
Os provedores de nuvem oferecem uma variedade de opções para a construção de aplicativos rentáveis, escalonáveis e de alta disponibilidade. Desde modelos utilitários com cobranças baseadas em demanda até opções de preços de reserva e identificação de lances, as empresas podem escolher o modelo que melhor se adapta às suas necessidades. Nesse caso, o desafio é identificar o melhor.

Sendo assim,  para otimizar os custos é necessário considerar o preço e o desempenho de acordo com as necessidades específicas da empresa. As configurações e os designs de arquitetura devem ser otimizados de forma a oferecer um auto escalonamento de aplicativo necessário e suportar picos e quedas de demanda.  As escolhas de design relativas à segurança dos workloads variam desde terminais de segurança operando dentro de cada instância e aplicativos de segurança de rede em vários locais até um controle de segurança oferecido pelo provedor de nuvem.

Cada uma dessas escolhas opera com custos diferentes, afeta o desempenho dos aplicativos de maneiras diferentes e oferece segurança com vários níveis de eficácia. Devido a essa complexidade, é difícil identificar as soluções mais eficientes – a não ser que a empresa consiga modelar o aplicativo e os vetores de ameaça direcionados ao mesmo.

Enfrentando os desafios: como os testes podem gerar valor
Para enfrentar esses desafios, as empresas que migram parte ou a totalidade dos seus volumes de trabalho para a nuvem precisam estar preparadas para incluir testes constantes nos seus processos- tanto na fase de pré-produção quanto de produção. Há uma relação direta entre testes e riscos – ao adotar procedimentos de teste desde o começo, as empresas conseguem reduzir drasticamente a exposição aos riscos e usufruir plenamente dos benefícios da nuvem.

Durante a fase de pré-produção, antes de migrar para a nuvem é recomendado realizar testes que permitam aos arquitetos de segurança e de rede e às equipes de segurança obter informações quantificáveis sobre os vendedores e sobre os processos de desempenho e de otimização de custos e de ampliação, disponibilidade e treinamento.  Por exemplo, na hora de escolher um vendedor, após certificar-se de que os requisitos de funcionalidade foram atendidos, os gerentes de aquisição devem buscar os vendedores de nuvem pública mais rentáveis tanto em termos de preço quanto de desempenho. Além disso, precisam identificar as ferramentas de segurança de workload de aplicativos mais eficientes, seguras e principalmente, ideais para as suas necessidades específicas.

Em relação ao desempenho e à otimização de custos, os gerentes de TI e de segurança precisam otimizar as políticas e arquiteturas de segurança e adotar as melhores configurações para uma política de auto escalonamento. Essas decisões são baseadas numa série de fatores, desde a utilização de memória até novos índices de conexão, e a consolidação e análise desses fatores só pode ser feita através de um processo de testes rigoroso e realista.

Além disso, há questões sobre o desempenho da arquitetura de nuvem após a sua implantação. Quais os gargalos que aparecerão na arquitetura do aplicativo conforme este vai se ampliando? Quanto tempo os aplicativos levam para se auto recuperar de erros e como a experiência do usuário será afetada no caso de falha num aplicativo?

Testes nas fases de pré e pós-produção
Para responder essas perguntas, é necessário um programa extenso de testes durante a fase de pré-produção, com cargas realistas e modelagem de vetores de ameaça, bem como cenários de failover. Isto garantirá que a arquitetura de nuvem traga vantagens aos negócios ao invés de restringi-los. Além disso, também permite que os engenheiros de segurança e os analistas entendam melhor os elementos com os quais estão trabalhando.

No entanto, os testes não devem ser interrompidos após a implantação do ambiente de nuvem. Na fase de produção, é essencial manter testes contínuos para monitorar ocorrências de degradação nos serviços e ao mesmo tempo, manter uma validação de segurança contínua para garantir os serviços de segurança.

Como a nuvem é o “novo normal”, a realização de testes contínuos nos workloads na nuvem também precisa ser encarada como algo normal durante todos os estágios da implantação e entrega do aplicativo. A realização de testes é a única maneira de garantir que as empresas usufruam ao máximo os benefícios da nuvem, sem correr o risco de violações de segurança, experiências de usuário negativas ou custos desnecessários.

Gostou? Ainda tem dúvidas? Fale com os nossos especialistas em cloud computing! Somos Gold em todas as competências de nuvem da Microsoft.

Fonte: cio.com.br

 

4 perguntas e respostas sobre segurança na Nuvem

4 perguntas e respostas sobre segurança na Nuvem

Tanto para uma empresa tradicional quanto para um empreendimento que acabou de surgir, o termo “computação em nuvem” deve ser recorrente quando se fala sobre tecnologia e Transformação Digital. Computação em nuvem é nada mais do que um modelo de fornecimento de recursos, como servidores, aplicativos, armazenamento e dados, que são integrados e utilizados como um serviço online.

Acostumados com a compra de hardwares e softwares, que necessitam instalação e execução de datacenters locais, muitos empreendimentos ainda preferem atuar dessa forma por ter alguns receios relacionados à Nuvem, principalmente com segurança. Portanto, agora vamos esclarecer as principais dúvidas de segurança na Nuvem:

É seguro contratar a Nuvem para proteger os dados da minha empresa?

Sim. Com a Nuvem, o risco de perder informações importantes é muito pequeno, já que datacenters do mundo inteiro trabalham 24h por dia com os mais altos padrões de segurança. O Azure, a Nuvem da Microsoft, oferece vários recursos para proteger dados em trânsito e em repouso. Isso inclui criptografia de dados, arquivos, aplicativos, serviços, comunicações e unidades. Além disso, você pode criptografar informações antes de colocá-las no Azure, bem como armazenar chaves em seus datacenters locais.

O provedor de Nuvem tem acesso aos meus dados?

Não. A Microsoft emprega os princípios de “Separação de Tarefas e Privilégios Mínimos” durante as operações do Azure. O acesso a dados pela equipe de suporte do Azure requer sua permissão explícita e é concedido de forma “just-in-time”, que é registrada e auditada e então revogada após a conclusão do projeto.

Como a Nuvem lida com ataques e ameaças?

O Microsoft Azure oferece a funcionalidade de detecção avançada de ameaças internas por meio de serviços como o Azure Active Directory, Azure Operations Management Suite (OMS) e a Central de Segurança do Azure. Confira aqui todos os recursos de segurança contra detecção de ameaças que a Nuvem da Microsoft te proporciona.

Com a Nuvem, todos os funcionários podem acessar qualquer informação da empresa?

Não, quem decide o que cada pessoa vai acessar é você. O Azure ajuda a proteger informações pessoais e de negócios, permitindo que você gerencie credenciais e identidades do usuário e controle o acesso. 

Esses são apenas alguns dos recursos que a Microsoft oferece para que você possa confiar totalmente na Nuvem. Além disso, o Azure cumpre uma ampla gama de normas de conformidade internacionais e específicas da indústria, como ISO 27001, HIPAA, FedRAMP, SOC 1 e SOC 2, bem como normas específicas de certos países como o IRAP da Austrália, o G-Cloud do Reino Unido e o MTCS de Cingapura. Rigorosas auditorias de terceiros, tais como as realizadas pelo British Standards Institute, confirmam a adesão do Azure aos rígidos controles de segurança exigidos por tais normas.

Quer conhecer melhor os principais conceitos do Azure de forma simples e prática? Fale com os nossos especialistas em cloud computing! Somos Gold em todas as competências de nuvem da Microsoft.

 

Fonte: Microsoft

 

 

Como melhorar o desempenho da computação em nuvem da sua empresa?

Como melhorar o desempenho da computação em nuvem da sua empresa?

A cloud computing deixou de ser um luxo para se tornar uma necessidade competitiva em poucos anos. Mas essa corrida pela aplicação da tecnologia acaba gerando também muito descuido na hora de escolher as melhores parcerias e adequar processos para extrair o máximo de potencial da solução.

Se você está pensando em migrar para a cloud, mas ainda não sabe como aproveitar a tecnologia, nós preparamos este artigo com algumas dicas para você otimizar o desempenho da computação em nuvem e aproveitar todas as vantagens que ela traz. Pronto para começar?

 

Prepare sua equipe para lidar com a tecnologia

Quando começamos a discutir sobre cloud computing, é muito comum que os argumentos fiquem presos na parte técnica — qual o melhor modelo, qual oferece o melhor desempenho, que estrutura se adapta melhor aos processos da empresa.

É claro que essas são questões centrais são importantes, mas o foco na tecnologia às vezes tira tempo de planejamento para outra parte importante da equação: as pessoas que vão utilizar a nuvem.

O desempenho máximo da cloud computing só é atingido com funcionários treinados e capacitados para desenvolver seu potencial. Invista no treinamento antes mesmo de executar a migração. Assim, a curva de performance do sistema já começa em um ponto alto desde o primeiro dia.

 

Melhore a gestão de aplicativos

Agora que já falamos sobre as pessoas, é hora de falar sobre o papel da cloud no sistema em si. Uma boa dica para pôr em prática desde o planejamento para a implementação é levantar informações sobre a relevância e o desempenho de cada aplicação envolvida no processo e como elas podem ser substituídas ou potencializadas em um sistema migrado.

A nuvem em uma empresa é tão boa quanto sua gestão, por isso otimizar a tecnologia significa criar um controle maior sobre indicadores de performance e aproveitar características como mobilidade e disponibilidade em aplicativos mais eficientes.

 

Redesenhe processos em torno da nuvem

Isso também vale para metodologias, tarefas e processos dentro da sua cadeia produtiva. Um erro comum que resulta em subutilização da cloud computing é tentar forçar a nuvem dentro de sua estrutura atual, quando o mais recomendado é fazer exatamente o contrário.

Durante a implementação, busque entender como o workflow da empresa pode ser redesenhado em torno da tecnologia. Dessa forma, você ganha não só uma empresa mais produtiva como tem mais facilidade em gerir e controlar os benefícios que a nuvem traz para o negócio.

 

Prepare-se para se beneficiar de novas tecnologias no futuro

Essa também é uma oportunidade para mudar a cultura da sua empresa, voltando processos, estratégias e até o mindset dos trabalhadores para um foco em inovação e busca por novas formas de encarar o mercado.

Quando sua estrutura está baseada na nuvem e bem-adaptada a ela, é possível aproveitar com mais facilidade, menos custo e mais rapidez as novas tecnologias aplicadas que surgirem nos próximos anos.

 

Escolha a solução com o melhor desempenho da computação em nuvem

É claro que uma busca por alta performance deve começar na escolha de provedores, fornecedores e parceiros em consultoria. Uma boa base tecnológica facilita o seu planejamento de migração, implementação e suporte. Além disso, é possível tirar o peso de rotinas da equipe de TI e usar esse fôlego para correr atrás de todas as outras dicas que listamos neste artigo.

Se é esse tipo de solução que lhe falta para conseguir um melhor desempenho da computação em nuvem, então por que você não entra em contato conosco? A Portnet tem várias soluções em cloud para ajudar você a alcançar o potencial máximo do seu negócio!